[[legacy_image_169488]] Maracutaia Uma coisa que ainda não consegui entender foi a conduta do ministro do Supremo, um tal de “fraquinho”, anulando as condenações feitas por Sergio Moro no Fórum de Curitiba, que estavam endossadas pelos fóruns gaúchos. Mas o tal “fraquinho” achou não ser competência do Fórum de Curitiba aqueles julgamentos da Lava Jato e os transferiu para o Rio de Janeiro, que seria o fórum adequado e competente. Entretanto, parece que o fez para que os documentos lá ficassem dormindo dentro de alguma gaveta e os condenados ali registrados ficassem como se nunca tivessem sido réus condenados, as sentenças anuladas, as portas das cadeias abertas e o dinheiro roubado, que se pensava recuperado, devolvido aos bolsos dos ladrões. Acho que se o fórum adequado é o do Rio de Janeiro, que este já deveria ter confirmado ou procedesse as adequadas condenações feitas em Curitiba e que se cobrasse dessa gracinha chamada Supremo o custo dessa desnecessária revisão e de eventual novo julgamento. Os agora premiados com as benesses do Supremo buscam elegerem-se a qualquer novo cargo para obter imunidade, com liberdade, para usufruir das fortunas que lhes pareciam perdidas. E também não largarão das tetas e continuarão estribados na incompetência, na desonestidade, na falta de pena dos também brasileiros, mas que não tiveram uma mãe capaz de encaminhá-los para um futuro que não os desviasse do rumo da honestidade. José Mílton Astolf - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A natureza Quero agradecer ao secretário municipal do Meio Ambiente, Marcos Liborio, e à equipe do Orquidário Municipal pelo excelente trabalho que vem sendo feito em relação aos animais silvestres resgatados em Santos e que depois de cuidados são devolvidos à natureza em plenas condições de sobrevivência. Na matéria veiculada no dia 23/3/22 pude observar que, além dos outros animais, o saruê que estava na grade de um prédio na Rua Jorge Tibiriçá, após um chamado de resgate ao qual foi prontamente atendido pela Semam, foi recolocado em seu habitat natural. Mais uma vez podemos testemunhar as excelentes ações que a referida entidade vem fazendo ao longo dos últimos anos e a natureza agradece. Rubio Leandro Ribeiro - Santos Transportes Se nós tivéssemos um planejamento sério e articulado na nossa região, por certo a ligação do Litoral Sul sobre trilhos seria uma realidade, já que temos a ferrovia desativada para o transporte de passageiros, só para carga, da antiga Sorocabana, que tem a bitola estreita. Solução é um terceiro trilho com bitola mais larga, que poderia ser utilizado como modal para o transporte de passageiros interligando todo o Litoral Sul até Registro. Falta é competência a esse governo do PSDB, que aí está há 28 anos e nada fez de bom para a nossa região, a não ser falsas promessas. Fernando Martins Braga - Santos Onde está a GCM? Semana passada, como habitualmente faço, estava correndo pelas areias da praia quando um ciclista passou rente por mim e instintivamente mudei o meu traçado, o que quase custou o meu atropelamento, pois havia mais um, do outro lado. Logo em seguida, um outro passou pedalando tranquilamente, bastante próximo. Indignado, procurei um triciclo da Guarda Civil Municipal (GCM) para denunciá-los e me lembrei que durante todo o meu trajeto não tinha visto nenhum circulando pela praia, o que habitualmente ocorre. E quando os vejo, passam em viaturas (onde estão os triciclos?) como “num cumprir tabela” ou estacionados na calçada, parados dentro da viatura, esperando que o crime vá até eles. Não culpo os guardas por estarem cumprindo ordens, e sim aqueles que os comandam, pois a presença deles na praia deveria ser de forma mais ostensiva. Um cartunista britânico criou um personagem, sob o título Onde está Wally?, que é um rosto perdido numa multidão e cabe ao leitor identificá-lo. No evento acima citado, cabe a pergunta: onde está a GCM? Ademir Alonso Rodrigues - Santos