( Fábio rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil ) Sinalizadores Eu pensei que esse negócio de entrar com sinalizador nos estádios de futebol, em dias de jogo, ocorria só no Brasil. Nos campeonatos internacionais, eles também surgem. Na última semana, estava assistindo a um jogo da Copa América e vi torcedores ligarem os sinalizadores nas arquibancadas. O jogo só não parou porque a fumaça saiu do gramado causa do vento. Faço uma pergunta: em todos os estádios, quando há jogos, não há um aparato de fiscais, investigadores e policiais revistando os torcedores? Se sim, que revista é essa que permite que as pessoas cheguem às arquibancadas com os sinalizadores? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Reforma tributária Permitir concessões, nem sempre apropriadas, para a aprovação da reforma tributária foi importante para se viabilizar um novo sistema tributário. Era impossível a manutenção de uma situação tão caótica, complexa, disfuncional e injusta quanto a atual. Lamento a fala deletéria de deputados que votaram contra para atender seus interesses eleitorais, em clara bajulação e falta de opinião própria para agradar seus chefes políticos. Pior, ufanam-se em lives e pronunciamentos do seu voto contra o Brasil. Mesmo com erros e vícios, que ainda poderão ser melhor analisados no Senado, a reforma é bem-vinda. Acaba com o labirinto de regras, simplifica tributos e extingue o efeito cascata em benefício de empresas e população. O remédio para a desordem tributária foi dado, espera-se que para os efeitos colaterais sejam prescritos votos com discernimento e responsabilidade. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Milícia A palavra “milícia” tem origem do latim “militia”, que inicialmente se referia às organizações militares. No entanto, ao longo do tempo, seu significado evoluiu para incluir grupos de cidadãos comuns armados. No Brasil contemporâneo, o termo “milícia” ganhou destaque a partir de 2005, quando uma jornalista reportou sobre um grupo de policiais que formavam uma milícia para expulsar traficantes de uma comunidade na Baixada Fluminense, no Rio. Esse fenômeno não é novo e tem raízes históricas que remontam ao coronelismo, que se adaptou às mudanças políticas. Na contemporaneidade, as milícias muitas vezes estão ligadas a políticos populistas e exercem influência significativa em várias áreas, atuando como uma espécie de poder paralelo que desafia o Estado de Direito e a segurança pública, em uma dinâmica conflituosa. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Sou assassino Carta publicada nesta coluna destaca que quem apoiou, apoia e continuar apoiando Bolsonaro foi, é e será “participante direto do genocídio, da corrupção, do roubo, da falsificação, da agressão às mulheres, do racismo, da rachadinha, do enriquecimento ilícito. Assassinos de centenas de milhares de brasileiros”. Como votei no sr. Jair Bolsonaro, isso me fez sentir tão mal que procurei um “pé de couve” para atentar contra minha vida. Pena que não deu certo. Oremos... João Horácio Caramez - Santos Liberou geral Onde houve a liberação de drogas, ocorreu um aumento considerável de pais sem filhos e filhos sem pais. Em alguns locais, drogas já são negociadas em feiras livres e com entrega por aplicativo. A desgraça vem sempre acompanhada de efeito em cascata, com jogos liberados etc. Se a sociedade aceitar essas aberrações, outras tantas já em avançado estudo continuarão seu curso. Ou a sociedade reage agora ou sabe-se lá o que virá. Valter José Vieira - São Vicente Lula Dia sim, dia não, Lula critica Israel e as atividades militares devido à morte de civis. Contudo, como ficam as mais de 45 mil mortes no Brasil de pessoas de todas as cores e classes sociais, com nossas fracas e frouxas leis? Isso, pelo jeito, não lhe interessa ou não dá audiência junto aos seus parças, que fingem que o Brasil é um paraíso e a qualidade de vida é similar à da Suíça. Porém, a picanha continua cara. Lula, me engana que eu detesto. Aqui é Brasil, terra da violência sem fim. Quem viver, verá. Zureia Baruch Jr - São Paulo Sérgio Cabral Sérgio Cabral teve uma participação especial na história do Clube do Choro de Santos, onde esteve duas vezes para participar das comemorações dos dias Nacional e Municipal do Choro. Na última delas, em 2013, foi recebido pelo então prefeito Paulo Alexandre Barbosa, fez um passeio de bonde turístico pelo Centro Histórico e, como amante de futebol, foi homenageado pelo Santos Futebol Clube e pelo Jabaquara. Conselheiro honorário do Clube do Choro de Santos, participou da celebração do termo de parceria firmado com o Arte no Dique, tendo como coordenador José Virgílio. Foi grande pesquisador da música brasileira, principalmente sobre as escolas de samba do Rio, e biografou grandes artistas. Seu livro No Tempo de Almirante é uma pequena história do rádio brasileiro. Obed Zelinschi de Arruda - Santos