[[legacy_image_80594]] Cuba Constantemente tomamos conhecimento de pessoas que idolatram a ‘democracia cubana’. Diante disso, proponho que tais brasileiros procurem viver como vivem os cubanos, principalmente os que saem para trabalhar em outros países (médicos, esportistas), que são obrigados a entregar para o governo cubano mais da metade de seus salários, ou seja, que cada simpatizante do regime cubano doasse metade de seus ganhos para instituições de caridade ou mesmo ao povo cubano. Esclareço que sugeri a um amigo tal prática e ele recuou e, diante disso, falei que todo comunista gosta de viver como capitalista. Américo Hortas Filho - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Poder inescrupuloso Na calada da noite, escondidos na escuridão das trevas, com o açoite pontiagudo da usura política-partidária, o povo brasileiro foi ferido em sua dignidade e cidadania. Sem discussão, piedade e solidariedade pelo momento em que passamos e com o poder inescrupuloso, odioso e interesseiro, os “filhos duma égua”, como diria o nordestino, formaram maioria na Câmara dos Deputados para abater o que restava de esperança nessa instituição. Quase triplicaram o recurso público destinado à campanha eleitoral: de R\$2 bilhões para R\$5.7 bilhões, com a desfaçatez dos pulhas. Quem paga a conta somos nós, trabalhadores e setor produtivo, para uma finalidade que não nos cabe. Sobre os escorchantes impostos cobrados pelos governos e que incidem diretamente no custo de vida, nenhuma palavra. Resta-nos a força e o destemor para nos insurgirmos contra a desassombrada cara de pau do Congresso Nacional. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Prefeitura responde Em resposta ao leitor Luiz Vinagre, que publicou carta na edição de ontem (‘Pontos turísticos’), a Secretaria de Empreendedorismo, Economia Criativa e Turismo (Seectur) esclarece que o pagamento em cartão nos equipamentos municipais de turismo não é possível por uma questão jurídica, referente ao repasse dos valores das taxas cobradas pelas administradoras no preço dos ingressos. No entanto, reconhecemos a importância destes meios de pagamento. Por isso, a pasta encontra-se neste momento em tratativas, junto à Secretaria de Finanças (Sefin), para que uma solução jurídica seja adotada e pagamento via cartões seja viabilizado. Prefeitura de Santos Armas A facilidade na aquisição de armas, incentivada pelo Governo Bolsonaro, tem reflexos no aumento na taxa de homicídios. É uma situação lamentável. Precisamos de incentivo ao relacionamento humano, buscando o debate com o devido respeito, evitando os conflitos. E por certo, sem armas, os riscos de homicídios diminuirão. Sem deixar de lado o controle das fronteiras para evitar o contrabando por parte de quadrilhas organizadas. Precisamos de paz, não de violência. Uriel Villas Boas - Santos SUS Bolsonaro deveria utilizar o SUS, assim quem sabe ele se coloca no lugar do povo e passa a investir na Saúde e na Educação para que até um político (e sua família) possa usar o serviço público que oferece ao povo. Franz Josef Hildinger - Praia Grande 14 de julho Datas comemorativas são lembradas anualmente, a exemplo do Dia do Rock, Dia da Pizza, entre outras tantas. Para a França e os franceses, onde me incluo, o dia 14 de julho é um marco para a história do país e quiçá para o mundo, pois a queda da Bastilha e a Revolução Francesa deixam um legado de três palavras que serão eternamente citadas: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. E na quarta-feira, culminando com um espetáculo pirotécnico de 35 minutos aos pés da torre Eiffel, a data foi novamente lembrada. Porém, o tradicional desfile na avenida dos Champs-Elysées, onde a elegância das forças armadas ali se apresenta, não para demonstrar o poderio bélico, mas a suntuosidade das três armas, seguiu criteriosas regras sanitárias, talvez menos rigorosas que ano anterior devido à queda dos índices da pandemia. A participação do público em número reduzido brindou o retorno do evento. Extasiado com a beleza do evento e com a pintura das cores azul, branco e vermelho, cores da bandeira desenhadas no céu de Paris, testemunharam o esplendor de mais um ano de comemoração da festa nacional. Nada mais justo que um bom champanhe para brindar a esta data. Gilles Dominique Angel Schmitt - Santos