[[legacy_image_274811]] Apelo geralO apelo da empresária Luiza Trajano ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, foi forte e enfático: “Uma coisa é, dentro de uma sala a gente pensar tecnicamente, mas outra coisa é a realidade”. E complementou: “vai ter quebradeira geral se não houver, pelo menos, um sinal de baixa da taxa Selic”. A resposta de Campos Neto, presente ao local: “Vejo espaço para uma atuação em política monetária, lá na frente". Sinceramente, pareceu-me o personagem ficcional Rolando Lero, da Escolinha do Professor Raimundo. No humorístico damos risadas, na vida real lágrimas de desespero. Hoje, não só o Governo Federal pressiona, mas também, empresários, economistas, setor atacadista e varejo, que não conseguem crédito ou desovar seus estoques por falta de financiamento a juros compatíveis. Lembro que Campos Neto, durante 18 anos, fez sua caminhada profissional no desumano e insensível mercado financeiro. Tenho receio da sua verdadeira intenção. Sem a menor dúvida, os conglomerados bancários e financeiros estão exultantes com os altos juros e rentabilidade. Somente os cinco maiores bancos lucraram R\$106 bilhões em 2022 e próximo de R\$ 30 bilhões no primeiro trimestre de 2023. E pensar que um simples sinal de baixa da taxa Selic seria o start para estimular o mercado produtivo a novos investimentos.Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos TextoRecentemente, conversando com um amigo, não colega, discutíamos sobre o que um determinado texto queria nos dizer. Pois bem, chegamos à mesma conclusão: tal texto era discordante, mas, ainda assim, trazia confiança ao seu personagem. Fiquei imaginando, dando como exemplo, um médico, talvez outra profissão, mas entendo como melhor exemplo um médico. Imagine a leitura de texto escrito por um colega médico sendo interpretado de forma equivocada? Pode ser a morte ou, ainda, deixar sequelas irreversíveis, caso esse texto seja o prontuário de um paciente. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Terras indígenasSempre fui da opinião de que o mundo tem uma grande dívida com os povos indígenas e afrodescendentes, porém, infelizmente, isto não é o sentimento de grande parte dos parlamentares da Câmara Federal. Recentemente, o PL 490/07 teve a votação aprovada pelos deputados federais e, em isto sendo mantido no Senado, iremos abrir a porteira para invasões, especialmente de garimpeiros, às terras indígenas. Temos que ter a sensibilidade histórica em reconhecer que somos, ao longo dos séculos, os grandes invasores das terras destes povos, grande parte destes esbulhos se deu à força, através da pólvora. Preservar o povo indígena, sua terra e cultura é proteger a dignidade humana e as sociedades futuras.Elias Carneiro Jr. - Santos Prefeitura respondeEm resposta ao leitor Lucas Augusto Menezes Duarte, a Prefeitura de Santos destaca que rechaça qualquer ato e manifestação de racismo e/ou de injúria racial. A denúncia do caso registrado em uma barraca de feira livre no Município corresponde a crime, cuja investigação cabe às autoridades policiais. Em caso de condenação criminal, o permissionário terá a licença cassada, de acordo com o termo de permissão. Conforme as normas municipais vigentes, o setor competente da Secretaria de Finanças e Gestão já aplicou a multa administrativa cabível ao caso e providenciou a verificação do fato ocorrido na feira livre para a imposição de outras sanções cabíveis, assegurando a ampla defesa ao suposto infrator. Diretoria de comunicação da pref. de Santos CuecaSugiro aos fabricantes de cuecas que lancem no mercado alguns modelos especialmente para políticos, modelo para carregar até R\$ 32 mil e outra mais robusta para suportar R\$ 100 mil. E para a coisa ficar melhor, quem vai cuidar do caso do Chico Rodrigues e o honestíssimo Renan Calheiros, que levou da Odebrecht “bola” para dar à amante que teve um filho dele? Só falta um filme!Zureia Baruch Jr. - São Paulo