[[legacy_image_151063]] Rei da EspanhaNo final dos anos 70, o rei Juan Carlos, da Espanha, era considerado um mito, um verdadeiro salvador da pátria. Hoje, não passa de um mico rejeitado pelos espanhóis. Em 2020, abdicou do trono em favor de seu filho, Felipe, e sorrateiramente refugiou-se nos Emirados Árabes sob proteção dos potentados árabes. Hoje, vive em Abu Dabi, sendo que a antiga rainha, Sofia, ficou na Espanha, para onde ele possivelmente nunca mais irá voltar, pois sabe que a Justiça espanhola pode condená-lo pelos crimes financeiros de que é acusado. Assim é a vida e assim são os que cometem crimes. Alguns, felizmente, não têm trono para passar aos filhos, mas sempre podem abdicar de seus projetos delirantes de poder e abandonar seus seguidores fanatizados, se esconderem atrás de um foro privilegiado ou até mesmo se refugiarem em algum país do Golfo Pérsico. Francisco M. Feijó Vasques - Santos. ColetividadeOxalá tenhamos outras vozes como a do sr. Pedro Garofalo. Não podemos permitir que a fogueira da vaidade e os interesses escusos (não tão escusos) se sobreponham ao anseio quase secular de uma coletividade. Avante, Baixada Santista. A hora é agora. Não deixemos passar essa oportunidade, talvez não tenhamos outra nos próximos cem anos. Manoel Loyola - Santos. CruzeirosPegando carona no assunto dos cruzeiros marítimos, tratado pelo Grupo de Proteção da Família e Cidadania de Santos neste espaço, pediria ao ministro do Turismo para baixar o valor do dólar. Não tem brasileiro que consiga, com o dólar nas alturas, dar um pulinho em Nova Iorque. Marcus Aurelio de Carvalho. IneptocraciaEm entrevista concedida à mídia internacional, o acadêmico e escritor francês Jean d’Omesson informou que inventou a palavra ineptocracia para definir o regime democrático praticado em diversos países. Segundo ele, ineptocracia é o sistema de governo no qual os menos preparados para governar são eleitos pelos menos preparados para produzir, e no qual os menos capazes de se autossustentar são agraciados com bens e serviços pagos com impostos e confiscos sobre o trabalho e riqueza de um número decrescente de produtores. Resumindo, os que nada sabem e pouco ou nada produzem põem no poder os que pouco sabem e nada produzem para administrar riquezas e bens do país. A pergunta que fica é: a democracia brasileira pode ser considerada uma ineptocracia? Orlando Machado - Santos. Túnel e ponte ISe tivéssemos políticos que pensassem no futuro, que será bem próximo, veriam que esses dois caminhos serão complementares e necessários. Pois vejamos: logo que a primeira ligação a seco se complementar, veremos surgir novos bairros modernos na área continental, como aconteceu com Alphaville e Tamboré. Também veremos surgir favelas, se não houver ali bairros populares. Não poderemos esquecer que a área continental é oito vezes maior que a metade de ilha de São Vicente, que nós ocupamos. Com o aumento da área do Porto de Santos, o acesso não pode se limitar a uma única opção. Porque é preciso prever que pode haver alguma interrupção-- e nós já vimos o que aconteceu com o incêndio da Ultracargo. Precisamos mirar num futuro melhor para a nossa região. As duas ligações devem privilegiar ônibus, VLT, carros, motos, bicicletas e pedestres. Veremos muitos santistas voltarem para Santos, para morarem em casas. Fernando Martins Braga - Santos. Túnel e ponte IIQue bom que estado e união (em minúsculo mesmo) defendam a construção da ligação de maneiras diversas. Particularmente, prefiro as duas. Acho que já são insuficientes para o momento em que vivemos. Assim como o Sistema Anchieta-Imigrantes, que já está saturado há muito tempo. E a falta do VLT até o Litoral Sul, onde teria muito mais utilidade. Além de uma série de outros problemas, só nessa área de transportes. Enfim, precisamos de políticos de verdade e não de salvadores da pátria! Antonio Fernandez - Santos.