[[legacy_image_91658]] Rosana Valle I Mais uma vez a nobre deputada, votando a favor do voto impresso, nos brinda com a sua medíocre visão política. É indiscutível que a idoneidade das urnas deva ser sempre aprimorada. A proposta em votação, entretanto, era omissa quanto ao que deveria prevalecer no caso de ocorrência de eventual divergência: o voto eletrônico ou o voto impresso? Já está claro para a sociedade que, numa situação dessa, o arruaceiro do Planalto nadaria de braçada para conseguir o que ele quer: melar a eleição caso perca. Mas a deputada, em dissidência de seu partido, assim não viu. Sua preocupação, sabemos, é apenas se mostrar uma eficiente “despachante” de verbas para a região. Melhor seria contratar lobistas, que é o que não falta em Brasília, para fazer o mesmo serviço por um custo bem menor. Francisco Pedro Reis Junior - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Rosana Valle ll Por mais que tentem macular a sua imagem, com o intuito de atingir o Presidente Bolsonaro, minha consideração e respeito pela sua pessoa cresce ainda mais. A Sra. Me representa. Que o Grande Arquiteto do Universo a proteja e guarde. João Horácio Caramez - Santos Rosana Vale III Em resposta à carta enviado pelo leitor Richard Ghibu, que também pode ser a dúvida de outras pessoas, esclarecemos que a votação sobre o voto auditável impresso tinha como objetivo o aperfeiçoamento das urnas eletrônicas que tem o mesmo modelo desde 1996. Em um mundo onde a tecnologia avança a cada semana, as urnas precisam ser modernizadas e adequadas à segurança que um processo eleitoral precisa ter. Ao contrário do que a desinformação prega, não é a volta do voto de papel, nem apuração manual. O eleitor votaria, poderia visualizar o voto impresso num visor e daria ok. Depois este voto seria impresso em formato QR Code e automaticamente enviado para uma urna lacrada anexa, onde só poderia ser visualizado e identificado pelo leitor digital dos mesários. Isso em caso de necessidade legal e jurídica. Porém, toda esta questão foi contaminada pela política de confronto e a polarização vigente no País. Agora é página virada. Quem sabe em eleições futuras as urnas possam ser modernizadas para o aperfeiçoamento da Democracia. Assessoria da deputada Rosana Valle Feira da Campos Mello Pediria aos engenheiros da Prefeitura de Santos que fizessem estudos sobre a instalação da feira na Rua Batista Pereira, iniciando na Rodrigues Alves, pois é um trecho de rua com bem menos trânsito. José Roberto Correa - Santos HGA Tenho um carinho especial pelo Hospital Guilherme Álvaro e uma história de respeito e gratidão. Nem sempre valorizado na medida correta, salva vidas, principalmente de gente humilde, quase diariamente. Sou testemunha ocular, através de amigos e familiares, que lá foram tratados. Passando há anos por uma competente reestruturação administrativa, encabeçada pela Dra. Mônica Mazzurano e equipe, vem transformando o hospital, para gáudio e alento da população regional. Agora, mais uma notícia nos enche de orgulho. O HGA abre suas portas para a Cirurgia Bariátrica, pelo SUS, como referência única para toda Baixada Santista. A obesidade é um dos grandes problemas de saúde pública e estima-se que em torno de 36 mil pessoas da região necessitem passar por esse procedimento cirúrgico. Como marco histórico da cidade de Santos o HGA pretende, como função prioritária de qualquer hospital público, acelerar o desenvolvimento de serviços inexistentes na região, ampliando o acesso da nossa população. Um salto de qualidade e responsabilidade. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos CPI de picaretas Sempre que falo com alguns amigos, simpatizantes do senhor pres. Bolsonaro, sobre a CPI da Covid-19 no Senado, ouço deles que essa comissão não passa de um “grupo de Picaretas, que querem desestabilizar o Brasil”. Pois bem, se essa CPI é uma comissão que não altera em nada tudo que este governo fez e está fazendo em nosso Brasil, por que os depoentes, ao saberem que vão ter que depor na CPI, a primeira coisa que fazem é ir ao STF pedir pra ficar calado? Ao chegar à CPI e prometer que vai falar a verdade, por mais que o relator mostre vídeos, a resposta é: “por ordem dos meus advogados, eu vou permanecer em silêncio”. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho