Rua General Câmara com a Rua Senador Feijó (Sílvio Luiz/AT) Semáforos Devido à interdição da Rua João Pessoa para as obras do VLT, há vários meses, já passou da hora de a CET-Santos arrumar a temporização dos semáforos da Rua Gal. Câmara. Ela está totalmente defasada com a realidade atual, dando prioridade a várias travessas interditadas e não ao fluxo aumentado e proveniente da João Pessoa, além de se considerar a grande quantidade de caminhões que param irregularmente nessa rua. Um absurdo. Marcio M. Leonel - Santos Efeito Biden Notório o estado claudicante do mandatário norte-americano, em função de lapsos que demonstrou em debates e em entrevistas públicas. Isso é preocupante ao pensarmos que ele é o responsável por ordenar disparos de armas nucleares, deslocamento de tropas na Otan etc. O povo norte-americano se preocupa com razão, ao passo que em um certo país sul-americano um defensor da “brusinha” vê a economia abalar a Bolsa de Valores, o dólar subir, assim como o gás de cozinha e a gasolina, além da ditadura do STF ocorrer. E ele, do alto da sua ‘estatura’ moral, declara que tem “tesão de 20 anos”. Estamos na roça. Evandro Duarte - Santos Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Projeto de poder Há indivíduos ou grupos que se beneficiam do desconhecimento ou da falta de informação das pessoas. Essa ideia pode ser interpretada de várias maneiras. Pode-se argumentar que certos grupos ou indivíduos têm interesse em manter outras pessoas ignorantes ou mal informadas para que possam manipulá-las mais facilmente. Isso pode ocorrer em contextos políticos, econômicos ou sociais, onde o controle da informação pode ser usado para influenciar decisões e comportamentos. Aqueles que já estão no poder podem querer manter seu status privilegiado limitando o acesso à educação e ao conhecimento para certos grupos da sociedade. Isso pode perpetuar desigualdades sociais e econômicas. A frase “a ignorância é um projeto de poder” sugere que a ignorância não é apenas uma consequência involuntária da falta de acesso ao conhecimento, mas sim um estado que pode ser incentivado e mantido ativamente por aqueles que têm interesse em controlar ou influenciar outros. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Iamspe Entre ano, sai ano, entra governador, sai governador e o problema do funcionalismo estadual com o Iamspe continua o mesmo. O atual governador, em campanha, foi mais um a dizer que iria melhorar as condições de atendimento do Iamspe no Estado, mas não passou de promessa de campanha. Faltam médicos e laboratórios. Se alguém tiver algo mais grave, só transferindo para o Hospital do Servidor, em São Paulo. Recentemente, fui agendar um exame de sangue no único laboratório que atende o Iamspe na região e, para espanto zero, só tinha data para outubro em Santos. Já em São Vicente, consegui agendar para 21 de setembro. Que pouco caso! Até quando teremos que assistir a isso, com nossos ‘zelosos’ deputados que nada fazem para melhorar a situação? André Durante - São Vicente Ônibus Gostaria de registrar um problema que envolve a linha 181 do transporte coletivo de Santos. Entendo ser um absurdo permanecer por 40 minutos esperando pelo ônibus no terminal. Quando ele sai, já está lotado, sem lugar para sentar. Os horários dessa linha são ruins, em especial após as 18 horas. Gostaria de uma alternativa a essa situação, até porque quem sai ainda de madrugada de casa e volta mais tarde só quer chegar bem em seu lar. Katia Siqueira - Santos Artigo Interessante o texto do grande jurista Ives Gandra publicado em A Tribuna. No segundo parágrafo, em especial, ele fala das constantes conversas no conselho na Fiesp. É conhecida a espontaneidade do presidente em suas falas, por vezes inapropriada. No entanto, não me lembro de ler aqui palavras do autor criticando o ex-presidente e sua conhecida verborragia, mas credito a isso a uma visível parcialidade no modo de enxergar os tempos atuais. A conhecida má vontade do ‘mercado’ contrasta com o silêncio conivente no passado recente. Renato Caetano de Jesus - Santos Canais Uma carta publicada sexta-feira em A Tribuna, sobre o problema dos canais em Santos, merece ser investigada pelos órgãos públicos. Cetesb e Sabesp não poderiam, por exemplo, utilizar corantes para verificar e comprovar despejo irregular de esgoto nos canais de Santos? É preciso também que haja varrição constante das ruas e limpeza semanal dos bueiros, evitando que chorume, fezes de cachorros e outros detritos cheguem diretamente nos canais, com o risco potencial de poluir nossas praias. A população merece providências por uma melhor qualidade de vida. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania