[[legacy_image_281134]] TorcidaIndependentemente do jogo, equipe técnica, jogadores, torcedores, todos exigem a vitória, custe o que custar, caso adverso, tem início o 3º tempo. Invasão a campo, brigas generalizadas, quebra-quebras, enfrentamento corpo a corpo. Em recente jogo Palmeiras x Flamengo, torcedora morre atingida por garrafa, segundo a imprensa, atirada por torcedor já identificado. A mão que lança a garrafa não é personagem de filme de terror, existe, mora ao lado.Brigas entre torcidas são constantes, de difícil solução. Há grupos que vão aos estádios e ficam de fora armados, tão somente para brigar. Esporte, paixão nacional, ficou na poesia, pois conseguiram transformar diversão em morte ódio. Penalidades, por mais duras que sejam, sem sucesso. Questão de cultura enraizada no esporte, tem que haver brigas, caso contrário, não valeu o jogo. No próximo vamos organizar melhor. Como ficam patrocinadores, assistindo ao jogo, vendo torcedor com camisa da empresa no centro do tumulto? No fundo da questão, patrocinam a violência. Os clubes vão viver da bilheteria. Valter José Vieira - São Vicente Reforma tributáriaAlguns leitores ainda continuam insistindo no negacionismo e deixando de reconhecer que o atual governo, em seis meses, já fez mais que o inelegível em quatro anos – e que só deixou desgraças. Lógico que a reforma tributária deveria vir depois de uma ampla reforma política, desde que todos nós já estivéssemos diplomados num curso superior de saber político e cultural para votar conscientemente. Discute-se há uns 50 anos uma reforma tributária, coisa que nunca nenhum governo conseguiu, pois atinge interesses políticos de prefeitos, governadores, políticos e grandes empresários. Desde o início do ano essa discussão está sendo feita com todos envolvidos e acabou de ser aprovada na Câmara, indo agora para o Senado. Era previsível que seria bastante alterada, como foi e não podemos esquecer que avançou como, por exemplo, na tributação de IPVA para jatinhos e jet-ski, lembrando que o inelegível zerou o imposto desse item, pois adorava passear e dar cavalo de pau nas andanças pelas praias deste País, e continuando imposto zero para produtos da cesta básica, ficando de fora a taxação de grandes fortunas, lógico, por pressão dos milionários e políticos que votaram desde que esse item ficasse fora da reforma atual. Por essa razão é que para mim a reforma política inicialmente seria a prioritária, mas a tributária está sendo feita mesmo com os negacionistas dando contra e os desta coluna também serão beneficiados. Podem crer, é só esperar. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente DeflaçãoMais uma vez é divulgado índice de inflação manipulado e que não condiz com a realidade do dia a dia de quem vai às compras, em supermercados ou feiras livres. Diz lá que o preço do leite caiu e ajudou a deflação. Desde a pandemia o preço do leite e seus derivados foi às alturas e até hoje permanece lá. Custa mais que um litro de gasolina e veja que as commodities que alimentam o rebanho estão em queda. Até o reajuste salarial dos empregados vai perder da inflação, ou seja, descontado esta, a correção ficará em zero. É só fazer as contas. Todos os reajustes das necessidades básicas da população são positivos, plano de saúde, medicamentos, energia elétrica, e muito além da inflação mentirosa. Querem pressionar para a queda da Selic, que parece ser a vilã da vez. Os mocinhos são os banqueiros, que taxam juros a 400% ao ano e não vejo ninguém criticar. Por quê? São intocáveis? De tanto ver governo, ministros, economistas e imprensa criticarem a Selic, vai chegar ao ponto de convencer a população que ela é culpada pela situação econômica do país, em alusão à Lei de Murphy ou corolário dela. Tudo que temos que pagar acima do que recebemos, inclusive imposto de renda que recai sobre os aposentados, reduzindo seus benefícios, se caracteriza como confisco. E é isso o que vivemos hoje. Roberto Xavier - Santos ImpunidadeCom referência à carta do sr. Elias Carneiro Jr. digo que os criminosos cometem homicídio porque os congressistas cometem “omissídio”, isto é, crime por omissão. Quanto a mofar na cadeia, sugerindo prisão perpétua, o Artigo 5º da Constituição Federal, no inciso 47, proíbe as penas de morte e perpétua. Cláusula pétrea (imutável) podendo ser alterada apenas por uma constituinte específica. Mas para se driblar esse favorecimento aos criminosos cria-se a lei que impõe a seguinte pena para o(a) homicida: pegando como exemplo a recente tragédia ocorrida com a torcedora de 23 anos de idade assassinada e sabendo que (segundo o IBGE-2019) a expectativa de vida da mulher brasileira é de 80,1 anos, fazendo a conta simples de subtração temos 57 anos. Esse deveria ser o tempo da pena do assassino, em isolamento total, sem benefício algum. Acrescentando que a pena mínima para homicidas deveria ser de 50 anos. Mas sem empatia, coragem e lucidez no meio desses congressistas quem há de criar essa lei? Pedro dos Santos Neto - Santos