(Marcelo Casal Jr./Agência Brasil) Retrocesso no SUS O Sindicato dos Médicos de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão e Praia Grande (Sindimed) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) vêm a público repudiar o edital 04/2024, do Mais Médicos para o Brasil, do Governo Federal, que permite que profissionais formados em instituições estrangeiras atuem em nosso País sem passar pela revalidação dos diplomas. Tal decisão coloca em risco a qualidade do atendimento, tendo em vista que não há comprovação de que essas pessoas têm habilidade para atuar como médicos e não terão o certificado de qualidade e fiscalização devida pelo Conselho Federal de Medicina. Há muito, nosso país enfrenta atrasos significativos na ciência e a falta de financiamentos na saúde pública. Com este edital, caminha para um retrocesso incalculável na qualidade de vida da população. É lamentável que a questão da atenção primária, sendo a porta de entrada para o SUS, tão importante na prevenção dos agravos em saúde, seja tratada sem a devida importância. Elói Guilherme P. Moccellin - Presidente do Sindimed Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Dinheiro para o ralo As notícias destacadas nas capas dos jornais impressos são interessantes para ampliar nosso conhecimento, ainda que, cada vez mais, se leia menos. Duas chamadas, no mesmo dia, deixaram-me perplexo: deputados federais usam emendas Pix para turbinar prefeituras comandadas por parentes, sem qualquer transparência, sequer apontando a finalidade do recurso. Um verdadeiro cheque em branco. Coari, no interior do Amazonas, com população de 70.496 pessoas, recebeu R\$ 33 milhões de emendas Pix, cujo valor é próximo do seu investimento consignado na Lei Orçamentária. Para 2024, esse tipo de emenda soma R\$ 5 bilhões e está ao bel-prazer dos ocupantes da Câmara Federal. Outro fato: durante sete anos, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro gastou R\$ 500 milhões em penduricalhos que favoreciam filhos de servidores e assessores parlamentares. Parece que recurso público é vendaval. Se somarmos todas as casas legislativas do País, teremos uma leve percepção do tamanho do dinheiro que vai para o ralo. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos O torcedor Os torcedores de Santos, Corinthians e seleção brasileira, acostumados a um passado de vitórias, querem sempre ganhar, como se os demais adversários não existissem. Em suas vidas, no dia a dia, exigem de si a mesma coisa? Em frente ao espelho, pergunte e ouça a resposta. Não julgue para não ser julgado. É saudável ler o livro mais editado no mundo, a Bíblia. Assim, será vencedor. Valter José Vieira - São Vicente Juros Sobre a questão dos juros, é importante explicar que quando uma família gasta mais do que ganha, as consciências são simples: ou ela não paga as contas ou busca um empréstimo. Quanto mais difícil for sua condição de pagar o empréstimo, mais caro ele sai (juros). O descontrole das contas públicas geridas pela União faz desse governo o maior tomador de empréstimo, seja ele direto ou por meio da emissão de títulos, com pagamento de juros. Além do mais, quanto maior o descontrole do governo na gestão das contas, maior será o risco do pagamento. Ou seja, maiores serão os juros. Assim, bancos, empresas e outros preferem emprestar ao governo e comprar títulos dele em vez de investir no setor produtivo. Por isso, o controle das contas públicas é fundamental para o progresso do País e o bem-estar da população. Carlos Sulzer - Santos França Existe uma frase antiga e correta que diz: cada um no seu quadrado. A maioria dos jogadores da seleção da França se futebol se achou nessa Eurocopa e a conta veio, com a eliminação na semifinal. Os atletas foram se meter na política e talvez tenham esquecido o futebol. Nada como um dia após o outro. Au revoir! Marieta Barugo - São Paulo Propaganda enganosa? Venho aqui, surpreendentemente, concordar com a sra. Marieta Barugo, sempre crítica de tudo que é feito pelo atual governo. Realmente, quem muito fala, muito erra e muito mente. Lula diz que não está cansado. E o ex-presidente, que se diz “imbrochável, incomível e imorrível”? Quem erra e quem mente mais? William Clarindo Rangel - Santos Falta de amor Dizia minha querida avó: quem desdenha, quer comprar. O ciúme, até certo ponto, é considerado parte da relação entre os casais. Contudo, se levado ao mais alto nível, torna-se doentio. A relação entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa, a primeira-dama Janja, provoca esse fenômeno em pessoas fora da relação. Algo que minha querida avó também diria: é inveja! Procurem um namorado, uma namorada, enfim, alguém para preencher esse vazio nos corações. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos