[[legacy_image_206522]] MulheresAh, se elas tivessem consciência do poder de seu voto, elas realizariam a maior revolução em nosso País, sem derramamento de sangue. Coisa que essa polarização pode causar. Que já vem de muito tempo, do nós contra eles, e do eles contra nós. Pelo que vemos, apenas um dos candidatos está pedindo a paz entre os brasileiros. Pois sem ela não teremos liberdade de expressar nossa opinião sem nos taxarem logo de cara: “Você é do partido A ou do partido B”. Isso está acontecendo até no meio das famílias, e não é bom. Pois sem um entendimento a nenhum lugar chegaremos. Notamos que as mulheres já estão ocupando áreas que antes eram ocupadas mais por homens. Mas é na política que elas precisam ocupar mais lugares, afinal de contas, elas são a maioria de nossa população. Gostaria de lembrar uma lenda: um pai tenta explicar algo para os filhos, que estavam discutindo e não se entendendo. Ele lhes dá um feixe de ramos e pede para que cada um deles o quebre. Nenhum deles consegue. Depois, o pai pede para que cada um dos filhos pegue um ramo e o quebre. Assim, eles conseguem cumprir a tarefa. A lição dessa lenda é que todos juntos somos mais fortes, quando não nos fragilizamos. E qualquer um nos domina, sem apelação. Portanto, mulheres, vamos em frente com esse objetivo, de ter a paz entre nós. Não se esqueçam que o voto é uma procuração para que os eleitos falem e tomem certas atitudes, nem sempre certas, em seu nome. Fernando Martins Braga - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Ódio cegaO que temos visto de chocante politicamente nos últimos tempos, neste imenso País diverso, miscigenado, complexo, altamente industrializado, ainda pouco explorado em seus recursos naturais, rico na agropecuária, extremamente favelizado – nas grandes cidades do Sudeste principalmente –, entre outras coisas boas e ruins, é a cegueira de grande parte da velha política e da velha imprensa. Como pode, apenas por ódio individual ao presidente, ignorar as coisas positivas que começaram a acontecer no País, principalmente com relação à interrupção da imensa roubalheira que era praticada em todos os setores da administração pública? Parte da grande imprensa era de fato estatal, pois vivia de verba pública. O povo trabalhador acordou e não deseja mais pessoas nocivas administrando o nosso País. Não importa quem seja o presidente, pois ninguém consegue governar sem apoio do Congresso. O STF é somente um tribunal constitucional e erroneamente está assumindo responsabilidades, estranhamente com viés facciosos. O Brasil agora tem a grande chance de diminuir a desigualdade social com desenvolvimento contínuo. Nossa população será pequena quando se estabilizar em cerca de 240 milhões. Temos um país continental riquíssimo em recursos naturais e nosso povo deve usufruir dessa dádiva da natureza. A grande maioria da população deseja educação, saúde, segurança, trabalho, dignidade, família, moradia, mobilidade e religiosidade. Vamos deixar o ódio de lado e lutar para sermos finalmente o país do futuro. Jorge Coelho - Santos Morro do FontanaSeparando o Monte Serrat e o São Bento surge o Fontana, com suas casas, sobras de madeira das caixas de cargas do cais e folhas de zinco em seus tetos, sempre acompanhadas de um porão que serviria de adega ou até de canil, com sua estrada e escadaria de pedras, aliás muito bem feitas e que servem de estímulo cultural anexando a igrejinha nas proximidades do segundo contorno, verdadeira obra de arte pelo seu artesanato, que presenciava as pessoas imbuídas na esperança de conseguir um milagre ou melhoria de sua saúde. De um lado, o velho e imponente nosocômio para tratar de tuberculosos. Do outro, o portal do elevador e do cassino do Monte Serrat, que desmoronou na década de 30 parte de uma barreira colossal, ocasionando um dos maiores desastres da Cidade. Na parte frontal, a majestosa Santa Casa de Misericórdia. No topo do morro, a venda e o bar do Camacho, que abastecia todas as famílias residentes nesse local, numa área aprazível, onde de dia as crianças brincavam e de noite reuniam-se para belíssimas serenatas. Palco também dos treinos do Rancho Carnavalesco Boêmios, liderado pelo Seu Mauricio. Portugueses, espanhóis na sua maioria e seus descendentes eram a maioria dos moradores. Ademar Reis - Santos