[[legacy_image_133207]] Sindicato nas eleiçõesNão sou contra o fim da contribuição sindical, porém obrigar os sindicatos a participarem das convenções, sem nenhuma remuneração obrigatória, não é correto. Os sindicatos patronais e laborais precisam se unir e reverter essa situação.Vicente Amato - São Paulo Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! ArtigoRodolfo Amaral e Verônica Mendrona fazem um apanhado cirúrgico do que poderá acontecer no próximo pleito eleitoral. A farra acabou, “os cumpanheiros” necessitam de uma carga extra de oxigênio, sem o que, fatalmente, sucumbirão. Só nos resta torcer e exercer em toda a sua plenitude o direito e obrigação de defenestrarmos esses pelegos, amantes do dinheiro fácil. Brilhantes, Rodolfo e Verônica!Manoel Loyola - Santos PeixeO Santos FC é muito grande, não necessita de pseudotorcedores para defendê-lo. O que eu acho estranho é que, faltando duas rodadas, ninguém se posicionou dessa maneira. Estavam todos com o “rabinho” entre as pernas. Dá-lhe, Peixe ! Santos: igual talvez, melhor jamais…João Horácio Caramez - Santos LeituraSim. Houve incorreções no Governo Lula no quesito honestidade por parte de alguns “apoiadores” (políticos e empresários), porém prova alguma foi encontrada contra o presidente. Simples assim. Moro “e sua equipe” bem que tentaram. Até vazar conversa telefônica de forma ilegal fizeram. Conseguiu-se um objetivo que foi a “prisão” do candidato já vitorioso para colocar um cara que prometeu uma cadeira no STF. Deu com os burros n’água. Faz-se preciso aprender a ler quadro de estatísticas. Quem ignora a estatística séria condena-se a acreditar em informações irreais e tendenciosas. E uma das estatísticas que não se pode ignorar é o avanço na qualidade de vida do brasileiro nos governos Lula e Dilma. Negar isso é negar a própria existência. Finalizando: não se pode condenar alguém só porque não se gosta desse alguém. Há provas, condena-se. Não há provas, encerra-se o processo. Qualquer coisa diferente disso é tentar usar a Justiça para fins pessoais e políticos.Pedro dos Santos Neto - Santos Sérgio Sérvulo 1A primeira vez que ouvi o nome, ao menos a que lembro, de Sérvulo ocorreu quando vi e ouvi o meu pai indignado pela forma com que Sérvulo fora tratado por estudantes da faculdade de Direito. Sérvulo foi alvo e vítima da insensatez e covardia de quem se via injustiçado por notas atribuídas e promoveu atos atentatórios à boa relação humana e à urbanidade. Em uma ocasião, ele me explicou que o que motivara a ira de alunos tinha sido o fato da atribuição das notas que ele achava serem as corretas. Sérvulo perscrutava as pessoas, se relacionava assim com elas e não fizera nada além disso nesse episódio. Obter nota é fácil, mas obter uma nota que poderá fazer uma enorme diferença no decorrer dos anos (e o que atitudes como essa nos ensinam) é outra coisa. E ele acreditava que o que fizera fora o correto. Sérvulo se vai e com sua ida ficamos sem mais um dos que eu chamo de “advogados das antigas”, que sempre optam por defender o Direito e a Justiça, sem jamais e sob hipótese alguma, deixar que o Direito se sobreponha à Justiça. É assim que vejo e sinto o meu caro amigo Sérgio.Esmeraldo Tarqüinio - Santos Sérgio Sérvulo 2O ano termina com algumas perdas importantes para a nossa Santos. Primeiro, Celio Nori, que levantava a bandeira da participação da sociedade na vida política articulada de um município. Mais recentemente, perdeu-se Uriel Villas Boas, cuja trajetória teve um marco de defesa do cidadão e dos menos favorecidos. E agora, Sérgio Sérvulo. Além de tantos pontos em comum entre esses três personagens da nossa história, eles tinham uma característica difícil de se encontrar hoje: sabiam ouvir o contraditório, respeitar opiniões diversas, jamais ofender ou menosprezar quem pensasse diferente. Isso é muito difícil de se ver em pessoas articuladas e politizadas, tanto da esquerda quanto da direita. Farão falta à nossa Cidade.Armando Tavares da Silva - Santos