[[legacy_image_280338]] Trânsito na praiaNa última sexta-feira, infelizmente, houve um atropelamento fatal na avenida da praia em Santos, e que se registre que muitos atropelamentos e/ ou colisões nessa avenida são constantes, porém, sem essa fatalidade. Está mais do que hora de haver um planejamento de mobilidade que concilie pedestres, veículos e motos. Pegamos por exemplo a avenida da praia e vamos questionar alguns pontos: por que temos calçada no canteiro central para pedestres atravessarem onde não existe a respectiva faixa? Por que temos pontos de ônibus alocados no meio das quadras onde não existem faixas de pedestre para atravessar? Por que temos pontos de conversão na avenida onde não há semáforos que permitam uma conversão segura para veículos e pedestres (ex: em frente à Rua Ricardo Pinto), por que temos “faixa viva” em locais de grande circulação e com distâncias grandes entre o semáforo e essa faixa? Por que não temos uma cerca viva ou qualquer outro obstáculo no canteiro central que evite a travessia de pedestres em locais sem a devida faixa? Existem outros pontos, e também entendo que a atual estrutura na avenida da praia já tem muitos anos e foi construída em uma outra época, porém, está mais do que na hora de se desenvolver um planejamento para essa avenida que contemple o grande fluxo de veículos e pedestres, considerando os pontos acima expostos que com certeza teremos muito mais segurança na mobilidade dessa via, até para melhor avaliarmos e estender esse conceito para outras avenidas da cidade. Carlos Sulzer - Santos Fatos, não isoladosEditorial de A Tribuna desta segunda-feira trouxe as condições que envolveram o terrível acidente que vitimou dois jovens na Via Anchieta. Trouxe, também, o que deveria ser feito para tornar mais segura a descida da serra. O que não trouxe, na minha modesta opinião, foi a inércia da classe política da Baixada Santista quando o assunto é o trânsito na Via Anchieta. Onde estão os prefeitos da região? O que fez o Condesb? Cadê a União dos Vereadores da Baixada Santista (Uvebs)? O que fizeram os deputados estaduais que criaram a Frente Parlamentar de apoio à Baixada Santista e Vale do Ribeira ? E os deputados federais? Muito ocupados? Emitiram notinhas de repúdio? Enquanto não houver um levante dos políticos contra os fatos, diários, trazidos pelo Jornal A Tribuna, eles, os políticos, não se isolam da responsabilidade sobre as mazelas do Sistema Anchieta-Imigrantes. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Trem Santos-JundiaíMuito importante a reportagem de A Tribuna, do jornalista Anderson Firmino, sobre a reativação do ramal ferroviário de Santos a Jundiaí para fins do transporte de passageiros e trem turístico que, por certo, irá gerar centenas de novos empregos diretos e indiretos e dar um novo olhar turístico para todo o Brasil. Caso a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) não tenha projetos para esta reativação, que abra concorrências públicas para as chamadas parcerias Ppúblico-privadas (PPPs), de modo que empresários interessados possam explorar estas linhas turísticas de trem em benefício geral de toda a comunidade com apoio do turismo nacional e internacional. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Falar PortuguêsPara os refugiados afegãos, falar e compreender o português talvez seja difícil, mas para as crianças, isso será fácil, poderá ser apenas mais uma brincadeira. Tanto é que aquela criança afegã que está na colônia dos químicos, em Praia Grande, o demonstrou ao contar os dedos de suas mãos, em português. É claro que para os pais que falam apenas a língua persa será mais difícil, embora muitos deles falem e entendam o inglês, afinal, os americanos lá estiveram por 20 anos. Mas para os que só falam a língua persa, se os seus filhos estiverem na escola aqui no Brasil, serão os seus tradutores. Se os pais estiverem interessados com a ajuda da Acnur, poderão ter professores brasileiros que os ensinem como o fizeram no Timor Leste, hoje Timor Lorosae. O ser humano, quando interessado, aprende. Vi isso na TV portuguesa, no Bairro Mouraria, em Lisboa, uma professora dando aula de português para alunos de 50 nacionalidades diferentes. Não se pode esquecer que os músicos da Orquestra Sinfônica do Afeganistão se refugiaram em Portugal. Fernando Martins Braga - Santos