[[legacy_image_325194]] Segurança (1)Registro neste importante periódico regional a excelente organização dos órgãos policiais durante a Operação Verão em Santos. A sensação de segurança que nós, frequentadores das praias, temos nas últimas semanas poucas vezes vi mundo afora, em especial na noite de Réveillon. Apesar do grande número de turistas, tudo transcorreu com total tranquilidade. Registro meu agradecimento às secretarias municipal e estadual de Segurança, em especial à gloriosa Polícia Militar e à Guarda Municipal. Elias Carneiro Jr. - Santos Segurança (2)Li atentamente a missiva do sr. Antonio Sergio de Jesus, terça-feira (9), e devo dizer que realmente os governos estaduais são responsáveis pela segurança pública de seus estados, mas tem um porém: as leis que regem essa segurança pública são federais, emanando do Congresso Nacional. Aí mora o problema: atualmente, as pessoas que ocupam as cadeiras nesse Congresso são todas “omissidas” (pessoas que cometem o crime de omissão, previsto no Artigo 135 do Código Penal), pois, sabe-se lá porque, não criam leis que façam o criminoso pensar duas vezes antes de cometer seus crimes. Sendo assim, também os estados estão de mãos atadas parcialmente no quesito segurança pública. Devemos criar uma CPI (Comissão Popular de Inquérito) para saber o motivo de tamanha omissão dessas pessoas. Pedro dos Santos Neto - Santos Dorival JúniorA Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acerta ao chamar um brasileiro para a seleção. Chega de estrangeirismo, somos muitos, temos história e experiência para contar. Se a equipe não for bem, paciência, pelo menos estamos no rumo certo. Carlos Alberto Gaspar - Santos Óticas política e pessoalA pedagoga Nilda Hernandez, como profissional da educação, necessita tomar mais cuidado com certas afirmações em seus textos publicados nesta coluna. Em “Descaso”, recentemente publicado, só enxergou problemas na nossa querida Santos. Pareceu-me ansiosa em suas críticas. No texto “Reforma tributaria”, na defesa da sua candidata do coração, reconheço democrática, tenta atingir deselegantemente “um outro deputado da região”, como citado, por não ter visto garantia de que o dinheiro do ISS “voltará na integra” para Santos, segundo sua leitura sobre a reforma. De fato não poderia ler, pois tal definição será feita por lei complementar, ainda em 2024, determinando as alíquotas para estados e municípios. Ademais, considerando-se a quantidade de parlamentares municipalistas, prevejo, com tranquilidade, a manutenção das receitas de ISS aos municípios. Como a deputada votou contra a reforma tributária, tão necessária ao Brasil, esperemos que fique a favor de Santos na votação da lei complementar. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos DragagemSobre a matéria publicada por A Tribuna no dia 2, com o título “Antaq determina desconto tarifário em portos públicos”, gostaria de fazer um questionamento, embora ainda não conheça o texto final da medida. A dragagem no Porto de Santos é um problema crônico. Entendo que a solução do problema passa por medidas que devam ser adotadas pelo Governo Federal e não apenas ações paliativas. Infelizmente, as licitações e os contratos de dragagem no cais santista, invariavelmente, são discutidos no âmbito judicial. E após a licitação, quase sempre, há aditamentos e até interrupções no andamento dos serviços. Pela complexidade do assunto e também pelo interesse que desperta em vários agentes, há a necessidade do Governo Federal assumir o comando do processo. Aproveitando o momento que o presidente Lula quer fortalecer o papel do Estado em assuntos estratégicos, por que não avaliamos o retorno da Companhia Brasileira de Dragagem, estatal que administrava esse serviço nos portos brasileiros? Essa proposta será encaminhada pelo Sindaport ao presidente Lula e ao Ministério de Portos e Aeroportos. Everandy Cirino dos Santos - Presidente do Sindaport RespostaEm resposta ao leitor Aluisio de Souza Moreira, a Prefeitura de Santos informa que o desassoreamento dos canais é necessário após os efeitos das ressacas no mar. Os canais assoreados podem causar alagamentos na Cidade. O serviço é realizado pela Prefeitura Regional da Zona da Orla e Intermediária (ZOI), de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 17h. Sua execução é interrompida ou deslocada sempre que a faixa de areia apresenta grande fluxo de pessoas. Já a Secretaria de Saúde de Santos esclarece que a desratização na orla é realizada rotineiramente a cada três meses, sendo a última executada no último mês de dezembro. Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Santos