[[legacy_image_74823]] Primeira dose Em 03/02 tomei a primeira dose da Coronavac na Policlínica do Gonzaga. Em 01/03, a segunda. Em 25/04, no ConecteSUS, só constava o registro da segunda dose. Em 26/04, fui informada que já haviam feito a comunicação da primeira dose pelo Sistema Vacinavida só que, curiosamente, na data 04/02. Em 03/05 protocolei queixa na Ouvidoria da Prefeitura de Santos sob nº 11603/2021. No dia seguinte informaram que “a ocorrência já está no setor responsável”. Em 26/05 mandei novo e-mail para a Ouvidoria da Prefeitura, ocorrência de nº 13731/2021. No mesmo dia, enviei e-mail para a Ouvidoria do SUS nº 1507975. Em 27/05 responderam-me que a ocorrência 11603/2021 fora encaminhada à Prefeitura de Santos. Até agora, nada. Pergunto-me se há descaso, desinteresse, desatenção, um sistema irresponsavelmente falho ou, apenas, incompetência. E o cidadão fica sem ter a quem recorrer, sem acreditar nas estatísticas oficiais sobre resultados de vacinação. Lamentável!Emilia Godinho Leite - Santos Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Respeito é bom O ofício do jornalismo não se presta a apontar o dedo se este é ou não de direita ou de esquerda. Muito menos o cargo eletivo de um parlamentar dá a chancela para discriminar este ou aquele brasileiro, e não cabe a um eleito criar qualquer tipo de situação constrangedora para um profissional empregado. Porque o dinheiro que paga o salário e benefícios de um parlamentar - seja em nível municipal, estadual ou federal - é de todos os contribuintes, sejam eles de esquerda, de direita ou qualquer outro rótulo que se queira dar. O que vale sempre é o respeito. Rosângela Ribeiro Gil - Santos Eleições 2022 Apesar de faltar um ano e meio para as eleições presidenciais, verifica-se que o presidente Jair Bolsonaro já iniciou sua campanha, com aglomerações e motociatas. No meu entender, se ele tivesse fazendo o que prometeu na campanha de 2018, agora nem precisaria estar fazendo campanha. Porém, o que se vê é ele fazendo tudo ao contrário. Quando ele prometeu que ia acabar com a corrupção que os governos anteriores haviam deixado, os eleitores pensaram que ele ia averiguar tudo, sem exceção, doesse a quem doesse. Porém, já no início de seu governo, vieram à tona os casos de corrupção da Alerj, onde seu filho nº 1 comandava. Quando quiseram investigar, houve várias trocas de ministros, delegados, procuradores, etc. Ou seja: não deixou averiguar nada. Veio a pandemia e ele, ao invés de entrar em cena como comandante, fez exatamente o contrário. Não fosse por tudo isso, e fazendo as coisas certas, acho até que ele nem precisava fazer campanha. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Pedágio Contrato significa o pacto entre duas partes que concordam em cumprir o acordo firmado para a realização de um evento, dentro de certas condições. Não cabe a mim defender aumentos, pois, como todo usuário, gostaria de ver eternizada uma tarifa baixa para usufruir o máximo possível dela. Mas isso é utopia e falta de bom senso. Mas parece que parte da população pede a intervenção do governo para sustar tal aumento, quebrando, portanto, o contrato firmado, o que considero um absurdo, e pondo em risco a nossa já tênue estabilidade jurídica. Se queremos ser um país cumpridor de seus acordos, devemos começar pelo trivial, que, neste caso, é um contrato entre duas partes, governo estadual e uma empresa que está seguindo uma das condições firmadas inicialmente. Caso no futuro houver uma deflação, o contrato deverá ser cumprido, também, com a redução do valor de pedágio em questão. É assim que se faz, e esqueçamos a intervenção populista reclamada por aquela população pois nesta matéria o governo geralmente mais atrapalha do que ajuda.Ademir Alonso Rodrigues - Santos Emissário A Prefeitura de Santos já deu suas explicações, mas não deixa de causar impacto negativo o fechamento, há um ano, do Emissário Submarino. Período de férias escolares, turistas pela Cidade, e um espaço daqueles fechado e por um bom tempo ainda. No meu tempo havia uma expressão que pode ser usada agora: colocaram a carroça na frente dos bois. Deu nisso.Marcelo Miguel Araújo - São Vicente