[[legacy_image_258960]] Mais Médicos (1)Parabenizo o médico Evaldo Stanislau pelo artigo "O Mais Médicos é necessário". Estranha muito todo esse alarido de entidades que se calaram nos últimos quatro, diante do descalabro que ceifou a vida de mais de 700 mil pessoas e que agora ressurgem reivindicando uma autoridade moral que, diante dos acontecimentos, lhes falta. A falta de empatia e compaixão só há em quem não sente na pele a tragédia de não ter um médico quando necessário. Renato Caetano de Jesus - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Mais Médicos (2)No último dia 1º, no espaço Tribuna Livre, em artigo do político e médico Evaldo Stanislau de Araújo a respeito do Programa Mais Médicos, este alega que as críticas contidas em texto anterior, de minha autoria, são infundadas e inverídicas. Gostaria de informar ao mesmo que a maioria das informações (principalmente no que diz respeito às falhas e substituições de profissionais contratados) foi baseada em nota do Conselho Regional de Medicina de São Paulo, bem como de relatório de auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 2018 e de textos divulgados, à época, pela grande imprensa. Esta não é uma pauta “preconceituosa disfarçada de luta de classe”, como diz o Sr. Evaldo. Simplesmente, acreditamos ser inadmissível que profissionais com diplomas estrangeiros (sejam brasileiros ou não) atuem em nosso país sem a revalidação de seus diplomas. Ademais, quando falamos em “falta de condições de trabalho” soma-se aí o não pagamento de salários, situação muito comum para muitos profissionais de saúde por este Brasil afora. Quanto ao momento doloroso que vivemos com a pandemia de covid, só nos resta esclarecer que em nenhum momento este sindicato foi omisso ou contra a vacina, e que inclusive todos nossos diretores foram vacinados e sofreram com as mortes e sequelas de colegas médicos. Por fim, em todo o texto, numa coisa podemos concordar: a esperança de que no futuro, um SUS forte, acessível e presente é a solução para garantir uma saúde de qualidade para os brasileiros. Elói Guilherme P. Moccellin - Presidente do Sindimed Voto facultativoEnquanto o povo tiver o voto obrigatório vai continuar escolhendo errado os seus representantes, principalmente nas duas casas que fazem as leis deste nosso País. Dentre as profissões na Casa das Leis, os deputados e senadore advogados são a maior bancada. Talvez por esse motivo, as leis que são aprovadas facilitam a defesa de seus clientes, que em sua maioria, nos dias de hoje, são aquelas pessoas que escolheram por profissão a marginalidade. Quando eu ainda era jovem, escutava os mais velhos contarem essa história: Um cliente ligou para casa de seu advogado, que estava fazendo uma festa, e falou: “Dr. estou precisando do senhor”. O advogado mal atendeu e falou: “me liga amanhã”, e desligou. O homem ligou mais outra vez, tendo o telefone desligado em sua cara. Na terceira vez, o cliente ligou dizendo: “Dr. por favor não desliga o telefone, que sou muito rico e preciso de seus serviços, porque matei minha mulher". Daí o advogado atendeu o homem dizendo: Olha, me liga amanhã cedo que vou ver quem matou a sua mulher". Resultado: basta ter dinheiro que a advocacia muda até o desenrolar de um crime, que dirá as leis do País. Por isso, eu ainda acho que o voto facultativo mudaria tudo, pois se os deputados e senadores não fizessem leis rígidas atendendo o povo, nem iria votar. Josemilton de S. e Silva - Vicente de Carvalho Salário de vereadoresCom relação à proposta de aumento de mais de 100% no salário dos vereadores, gostaria de deixar registrado, a quem interessar possa, que também sou favorável a que meu salário de aposentado seja reajustado nesse mesmo percentual, ainda que só a partir de 2025. Desde já, abro mão de qualquer aumento até lá. Anacleto Serafim de Almeida Filho - Santos DesrespeitoMobilidade urbana é um dos direitos fundamentais de um cidadão, pois é preciso deslocar-se para realizar tarefas básicas do dia-a-dia. Se não bastasse o transporte público muito precário: ônibus lotados e com longas esperas nos pontos, fica o sentimento de indignação e descaso por parte da EMTU / BR Mobilidade com desrespeito aos que dependem desse meio de transporte, com mudanças repentinas nos pontos e itinerários. Eu e tantas outras pessoas que trabalham, estudam e saem à noite no centro de Santos fomos surpreendidos com uma mudança inesperada de itinerário nas linhas intermunicipais 903 e 931. Além do desrespeito de uma mudança repentina e não comunicada aos passageiros, para chegar aos pontos alternativos é preciso passar pelo pavor de enfrentar as ruas ermas, escuras e repletas de dependentes químicos, dificultando demais a nossa vida. É um absurdo isso e precisa ser revisto. Catia Pereira Christopoulos - São Vicente