[[legacy_image_323320]] Feliz 2024 (1)As pessoas felizes lembram do passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo. O ano de 2023 foi repleto de dificuldades, mas, ao olharmos para trás, precisamos agradecer a sorte de termos conseguido superar os dias mais difíceis com fé. Que venha 2024! João Horácio Caramez - Santos Feliz 2024 (2)Quero agradecer primeiro a Deus por ter me dado a inspiração de escrever as minhas opiniões, minhas críticas e os meus pensamentos sobre o que se passou no último ano. Posso dizer que 2023 foi atípico, por eu ter tido por 98 vezes as minhas opiniões publicadas neste espaço destinado ao leitor. Hoje, com o meu notebook no conserto, ouço por onde passo a mesma pergunta: e aí, parou de escrever? Sinto-me honrado por ser um simples mecânico ajustador de máquinas pesadas, com apenas o primário completo, mas que tem a leitura deste jornal como "vício". Desejo a todos da redação de A Tribuna um feliz ano de 2024, cheio de notícias boas, que nos façam felizes. Josemilton de S. e Silva - Guarujá Balanço2023 foi um ano muito especial para a cultura Santista e eu quero parabenizar aqueles que, para mim, foram os grandes destaques do ano na área das artes aqui na região. Começando pelo Santos FilmFest, Festival de Cinema de Santos, e seus produtores André e Paula Zenha, que sempre batalham para que os artistas tenham mais oportunidades e que a população tenha acesso à arte. A Pinacoteca Benedicto Calixto, que nos trouxe grandes mostras e exposições de artes visuais. A Santos Comic Expo, o evento geek mais charmoso e para a família na Baixada Santista. E o Fidifest - Festival de Dança, da Juliana Luiz e do André Santos, que atraiu milhares de dançarinos de várias partes do Brasil. São iniciativas que contribuem muito para que a nossa cidade seja melhor, inovadora e que forme novas gerações de pessoas pensantes e ativas. Não à toa, são projetos realizados por produtores independentes, sem cargos no poder público, que conseguem unir parcerias, transcender e levar o nome de Santos ao Brasil. Por isso, inclusive, o Santos Film Fest e a Pinacoteca foram finalistas do Troféu Governador do Estado, merecidamente. Que 2024 seja um ano ainda melhor para essas iniciativas. Rodrigo dos Santos Rema Alves - Santos DescasoAlém dos altos dispêndios pagos pela população com os ineficazes sacos de areias para retenção de sedimentos, outros gastos são acrescentados com o transporte de areia em caminhões para a Ponta da Praia, gerando danos patrimoniais em calçadas, muradas, pistas etc. Cito, ainda, o alto risco para a população, com os ratos nos enormes buracos no local das duchas de banhistas, junto à orla (denominada por alguns como Ponta sem Praia), em frente ao Aquário Municipal. Aluisio de Souza Moreira - Santos Rua fechadaMoro na Ponta da Praia, em Santos, e fui para a Av. Saldanha da Gama, como tantos outros, no último domingo. No caminho, ao passar pela lateral do Clube Internacional, para minha surpresa, o acesso foi barrado por seguranças que pediam para dar a volta no quarteirão. Aí vem minha duvida: a agremiação pode impedir acesso a passagem de pedestres? No meu entender, apenas com permissão da Prefeitura tal fato poderia ocorrer. Pessoas idosas, crianças, gestantes e outros tantos tiveram que dar a volta naquele imenso quarteirão. Para mim, este foi o primeiro grande absurdo do ano de 2024. Ronaldo Ramos de Oliveira - Santos FascismoAo ler na edição de domingo um artigo escrito pelo advogado Sergio Pardal, me deparei com alusões ao que seria fascismo. Eu, como leigo, entendo que tal termo se caracteriza pelo poder ditatorial e repressão à oposição por qualquer meio. Diante isso, gostaria de esclarecimento do sr. Pardal aos questionamentos a seguir. Prometer ao povo e não entregar ao povo? Fazer plebiscito e agir contrário ao desejo da maioria da população? Exagerar nos gastos públicos em publicidade a fim de angariar correligionários? Descumprir a Constituição para arrumar emprego a pessoas de sua "confiança" em estatais? Ingerência dos poderes Executivo e Judiciário no Poder Legislativo? Perseguição aos que pensam de forma contrária? Achatamento das aposentadorias de quem contribuiu acima do salário mínimo (eu contribuí e me aposentei recebendo 8,5 mínimos e hoje ganho 3,5 mínimos)? Mentir para um povo falando que iria acabar com a fome, quando os mais esclarecidos sabem que é impossível encerrá-la em qualquer país? Se qualquer uma das questões acima for respondia com um "sim", então estamos vivendo em um país fascista. Américo Hortas Filho - Santos