[[legacy_image_227811]] Ferrovias É inadmissível que um país continental como o nosso tenha abdicado das suas malhas ferroviárias, deixando-as ao Deus-dará, que tanto custaram ao país. Veja nos outros países, como Rússia, Índia, China e África do Sul, citando só os Brics. Nenhum deles abriu mão desse meio de transporte. Se pensarmos no meio ambiente, o petróleo e o carvão são altamente poluentes. Temos de pensar em alternativas que possam amenizar esses efeitos. A tração elétrica para os meios de transporte de carga e passageiros será uma realidade. Aí a ferrovia voltará a ter a sua real importância, pois carrega muito mais carga, com um custo menor do que a rodovia, podendo agregar mais vagões ou cabines de passageiros. Na nossa região, o transporte por trilhos é uma necessidade. No nosso Estado, o Vale da Ribeira é a região de menor desenvolvimento, e poderia ser integrada como já o foi no passado, como o era quando a ferrovia nos interligava. Por certo haveria mais prosperidade de toda a nossa região. É preciso olhar para o futuro, Itanhaém é o maior município da nossa região metropolitana, já conta com um aeroporto que poderá ser logo ampliado como alternativa a Viracopos, para passageiros e carga. Vamos pois pensar no futuro, que logo chegará. Fernando Martins Braga - Santos Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Os fins e os meios É interessante o egoísmo e a falta de empatia do Sr. Mercado para com a população mais pobre que parece ser entendida como menos brasileira do que ele. Pouco se incomoda com a falta de bilhões para fechar as contas da Saúde, Educação, Assistência Social (para citar os principais serviços públicos que a população precisa). O que mais incomoda o Sr. Mercado é o teto, mesmo sabendo que ele vive no andar de cima. O importante para o Sr. Mercado é o governo segurar as contas e deixar a população a deus-dará, à míngua, sofrendo, esperando que um dia o bolo cresça para então o povo poder receber um naco dele. O que fica evidente para todos nós é que, para o Sr. Mercado, os fins (para obter lucro) justificam os meios (o sofrimento da população, que vive no andar de baixo). Franz Josef Hildinger – Praia Grande Regina Alonso A notável, brilhante, culta e outros bons adjetivos merece a escritora Regina Alonso, minha amiga virtual, pois nunca estivemos presentes, cujo trabalho Mesa Posta valorizou muito a edição de segunda-feira desta A Tribuna, cuja leitura inicia os meus dias. Espero e desejo que um dia nos encontremos presencialmente para agradecer pelo prazer que me proporcionam os seus trabalhos. Vida longa, alegre, saudável e feliz a essa mulher que honra a condição feminina. Rubens Miranda de Carvalho Navios poluentes O missivista sr. Ademir Rodrigues enfoca um tema interessante e importante. Recentemente, notei, não só eu como inúmeras pessoas, a quantidade de bolotas de fuligem, algumas do tamanho de uma bola de gude, no piso do deck 18 do navio de cruzeiro Seashore. Ressalte-se que essa condição não era esporádica, era diária. Fui buscar informações e me foi dito que o navio possuía catalizador, no que levantei a hipótese de não estar funcionando perfeitamente, em que pese a pouquíssima idade do navio, pela quantidade já explicitada. Com a palavra, os órgãos fiscalizadores do meio ambiente. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Despolitizados Tarcísio de Freitas, aquele que foi eleito por pessoas despolitizadas como governador de São Paulo pelos próximos quatro anos, quer Paulo Guedes, aquele que estava inconformado com empregadas domésticas irem anualmente para a Disneylândia dizendo que “era uma festa danada”, como secretário da Fazenda do Estado. Fica a pergunta: qual o perfil de uma pessoa que escolhe um ser como esse para trabalhar ao seu lado? Pedro dos Santos Neto - Santos