[[legacy_image_183772]] A Justiça de São Paulo determinou a suspensão da instalação da escola cívico-militar em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. A 14.ª Vara da Fazenda Pública considerou que existe risco iminente de prejuízo às crianças em razão da violação de preceitos constitucionais que regem a educação no País, como respeito à liberdade e o apreço à tolerância, que seriam violados pelo Programa Escola Cívico-Militar (Pecim). Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A ação foi proposta pelo Sindicato dos professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeosp). A liminar suspende “quaisquer atos administrativos que possam ser praticados visando a adesão ao Pecim na E.E Professora Noêmia Bueno do Valle”. O Pecim é um programa do governo Jair Bolsonaro que prevê a gestão compartilhada de escolas por militares e que está no caminho para ser adotado na Escola em questão. Na decisão do juíz foi colocada uma tese absurda, no caso de que o programa imporia caráter ideológico – bolsonarista – à Educação. O que não faz o menor sentido já que o programa segue a base comum curricular da educação básica, algo que funciona no Brasil antes do presidente Bolsonaro assumir o poder. A verdade é que existe uma grande preocupação por parte daqueles que desejam ver o país afundado no limbo da chamada “pátria educadora”, a qual deixou o nosso país com milhões de brasileiros analfabetos e realizou R\$ 7 bilhões em cortes na pasta. O projeto das escolas cívico-militares é defendido por mim com muita garra pelo fato de melhorar consideravelmente os índices educacionais e praticamente zerar a evasão escolar, além de minar o domínio de sindicatos contrários ao tema pois são os mesmos que há tempos tentam impedir tais avanços por aspectos meramente ideológicos. E o trabalho por aqui não para! A implantação das escolas cívico-militares segue a todo vapor nas seguintes cidades: São Vicente, Guarujá, Taubaté, Barrinha, Botucatu, Pedro de Toledo, Lorena, Guaratinguetá, Taquaritinga, Pirassununga e Lins. Bom destacar que algumas cidades que receberam o PECIM também passaram pela judicialização, mas em todas conseguimos avançar e concluir a implantação. Continuarei batalhando pelo futuro daqueles que representam a esperança em um Brasil cada vez melhor, já que as escolas cívico-militares não são somente a instauração de uma nova realidade educacional, mas também pela independência de professores das amarraras sindicalistas.