(Divulgação) PORTa, o feminino de porto. Essa é a origem do nome do Instituto PORTa, que é bastante simbólico, pois evoca a ideia de entrada para novas oportunidades e é isso o que buscamos para as mulheres. O Instituto PORTa é a primeira plataforma dedicada a conectar mulheres às oportunidades de emprego na área portuária. Fundado com o objetivo de promover a inclusão e a diversidade no setor, oferece uma série de programas e cursos de capacitação profissional voltados especificamente para mulheres. Por meio de parcerias com empresas portuárias e instituições de ensino, o Instituto PORTa facilita o acesso a vagas de emprego, estágios e treinamentos. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! A presença feminina no setor portuário tem sido revolucionária e essencial para o desenvolvimento contínuo e sustentável dessa indústria. A diversidade traz uma riqueza enorme ao ambiente corporativo e, conforme divulgado recentemente pela Mckinsey, empresas lideradas por mulheres crescem em média 21% a mais, ou seja, além de promoverem a igualdade estão tendo mais resultado financeiro. No mundo corporativo, a liderança feminina também tem mostrado avanços significativos. Entre 2019 e 2022, a participação de mulheres na presidência de empresas no Brasil cresceu de 13% para 17%, com uma tendência ascendente que deve ultrapassar 20% nos próximos anos. São número tímidos, mas que nos enchem de esperança de que estamos no (tortuoso) caminho certo. Esse progresso é um reflexo das ações afirmativas e do compromisso com a equidade de gênero, que têm sido fundamentais para criar um ambiente de trabalho mais inclusivo e diversificado. Entretanto, nunca podemos esquecer que sem a coragem e determinação das próprias mulheres essa evolução seria impossível. Infelizmente, ainda enfrentamos desafios significativos. Recentemente, a fala machista do ex-CEO do G4 Educação alertou sobre a necessidade contínua de combater preconceitos e promover a igualdade de gênero. Comentários como esses reforçam a importância de iniciativas como o Instituto PORTa, que trabalha incansavelmente para garantir que mais mulheres tenham acesso a oportunidades e possam contribuir significativamente para o avanço do setor portuário e corporativo. O instituto não apenas aumenta a presença feminina no setor, mas também promove a igualdade de oportunidades e o empoderamento das mulheres, contribuindo para um ambiente de trabalho mais ético e respeitoso. Através de mentorias, workshops e eventos de networking, o PORTa garante que as participantes estejam bem preparadas para ingressar e prosperar no mercado de trabalho portuário. Além de aumentar a participação no setor portuário, faz com que essas mulheres consigam chegar aos cargos da alta liderança, contornando o chamado “degrau quebrado” que a grande maioria é vítima. A luta contra a violência profissional no mundo corporativo é contínua e exige esforços conjuntos de empresas, governos e sociedade civil para criar ambientes de trabalho mais seguros e equitativos para todos e reações como essa que vimos nos últimos dias contra a fala machista (que é um tipo de violência) é um suspiro de esperança de que homens e mulheres estão juntos nessa empreitada. Em resumo, o PORTa e a crescente participação feminina no mundo corporativo e portuário são exemplos poderosos de como a inclusão e a diversidade podem transformar setores inteiros. Continuar a apoiar e promover essas iniciativas é essencial para construirmos um futuro mais justo e igualitário para todos. Essa luta é de todos!