[[legacy_image_230792]] Que final fantástica! Talvez a mais emocionante de todas, nos mais variados sentidos. Não faltou nada. Quatro gols nos 90 minutos, mais dois na prorrogação e mais seis na decisão por pênaltis. Uma partida digna de Copa do Mundo. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Não do Catar, com sua falta de liberdade e um desconhecido preço humano. Os protagonistas da final se revezaram ao longo dos 120 minutos. Messi e Mbappé confirmaram o status de gênios, mas outros também fizeram história. Como o goleiro Emiliano Martínez, com a defesa de calcanhar a pouco mais de um minuto do final do tempo extra. Era o gol do título da França, com certeza não haveria uma nova reviravolta. Martínez fez mais: defendeu um dos pênaltis na decisão e garantiu o terceiro título mundial da Argentina, que teve também Di María como um grande protagonista. Logo ele, desprezado pela PSG de Neymar, sofreu o pênalti do primeiro gol de Messi e ainda fez o segundo, ao receber um passe preciso após ótimo contra-ataque. Outros também se destacaram, mas há que se reconhecer ainda os méritos do jovem técnico Lionel Scaloni. Rigorosamente, também se consagrou, pelo domínio do grupo, pela autoridade natural e pela visão tática para montar várias equipes durante a Copa. Bem diferente do nosso prolixo Tite. Ontem, por exemplo, surpreendeu ao escalar Di María pela esquerda, contrariando a tudo e a todos. Essa opção acabou sendo decisiva, principalmente no primeiro tempo, quando a Argentina fez 2 a 0. Mas era dia de Messi e também de Mbappé, que fez quatro gols em uma partida e assim mesmo não levou a taça. Incrível, mas pura verdade. Ele passou grande parte do jogo sem nenhum brilho, porém, de repente, fez um gol, dois, três e quatro. Sai da Copa, inegavelmente, também consagrado e sério candidato a melhor do mundo por um bom tempo. Tem apenas 23 anos. Só não ostenta hoje essa condição porque em campo, neste domingo (18), também estava Messi, definitivamente aprovado por todos, sem mais contestações ou dúvidas envolvendo até a sua nacionalidade. Se não jogar a Copa de 2026, Messi encerrou sua trajetória em Copas com o tamanho de Maradona e condição de um ídolo histórico e mundial. Que final fantástica! De Mbappé, Martínez, Di María, Rabiot, Scaloni e de Lionel Messi, hoje reverenciado com todas as honras. Seu dia chegou, Messi. Já pode pelo menos sentar ao lado do Rei Pelé.