[[legacy_image_127678]] Enquanto casa que representa a população dos 645 municípios do Estado, a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) tem de dar o exemplo. Na questão ambiental e de sustentabilidade, o Parlamento iniciou um importante processo interno neste mês, com o lançamento do programa Alesp Preserva. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Entre as medidas assumidas, vamos plantar 20 mil árvores com o objetivo de neutralizar a emissão total de carbono de três anos – 2020, 2021 e 2022. Como 3º vice-presidente da Casa, iniciamos um projeto com o intuito de instalarmos painéis fotovoltaicos para geração de eletricidade. A Alesp usaria a energia solar para consumo próprio, por meio de uma fonte alternativa eficiente, renovável e não poluente. No quesito água, foi contratado um serviço para avaliar toda a estrutura hidráulica do Palácio 9 de Julho, sede do Legislativo paulista, objetivando reduzir o consumo. O trabalho prevê ainda um projeto para implantação de sistema de utilização de água da chuva, com captação, armazenamento e distribuição. Outra meta anunciada prevê eliminar, até o final de 2022, o uso de papel nos departamentos e gabinetes. Foram feitos investimentos em softwares de gestão para eliminação gradativa do material. O Parlamento ainda trocou sua frota antiga de veículos por locação de carros novos, que emitem menos poluentes. Uma gestão sustentável não traz benefícios apenas ao meio ambiente, mas também significa economia de recursos e dinheiro. Para se ter uma ideia, a Alesp gasta mais de R\$ 1,5 milhão por ano com energia elétrica. A expectativa é de, com a adoção da energia solar, tal custo caia em até 90%. Que esses exemplos sejam adotados também por prefeituras e câmaras municipais. Os cidadãos e a natureza agradecem.