[[legacy_image_110308]] O Teatro do Kaos estreia na próxima segunda-feira (11), às 20h, a peça O Príncipe e a Rosa. A produção marca a terceira interação do ano entre a equipe técnica e os atores com o público. As outras duas peças, apresentadas presencialmente, fizeram parte da série Caminhos da Independência. De acordo com o diretor do Teatro do Kaos, Lourimar Vieira, ambas contaram com quatro apresentações lotadas. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Para ele, esse é um período muito fértil, em termos criativos, porque a pandemia impõe novas soluções, tanto ao público quanto aos profissionais, mas ele não abre mão da interação tradicional. “A divulgação não foi grande, mas pudemos contar com um bom público. Estamos muito felizes”. Lourimar afirma que a ideia por trás de O Pequeno Príncipe existe desde 2018, e o espetáculo sempre foi planejado de forma presencial. “O dinheiro entrou na nossa conta em dezembro e adiamos muito, até resolvermos fazer a abertura. Tivemos muitos eventos online, o que gerou renda para mais de 300 artistas no Estado de São Paulo. Então, isso teve peso na hora de contar a história”, diz. Para Lourimar, que é o produtor da peça, outro elemento de destaque é o fator emotivo. Por ser baseada em um conto clássico, mundialmente famoso, a trama faz muitas pessoas irem às lágrimas, diz ele. “A peça é muito fofa e traz ensinamos bem importantes para a formação do caráter, ainda mais para os pequenos”. O espetáculo também integra um projeto junto à rede municipal de educação de Cubatão, que proporcionará 50 apresentações para alunos a partir de 7 anos e professores. O espetáculo pode ser conferido nos dias 11 e 12 de outubro e no fim de semana dos dias 18 e 19, no Teatro do Kaos, sempre às 20h, com entrada gratuita. O Teatro do Kaos fica na Praça Coronel Joaquim Montenegro, 34, em Cubatão. * Reportagem feita como parte do projeto Laboratório de Notícias A Tribuna - UniSantos sob supervisão do professor Paulo Bornsen e do diretor de Conteúdo do Grupo Tribuna, Alexandre Lopes.