[[legacy_image_42901]] O avanço da dengue se tornou uma preocupação no Saboó, em Santos. Uma moradora procurou A Tribuna e listou, entre os serviços mais urgentes no bairro, a necessidade de capinação do mato no canal da Rua Maria Mercedes Féa e vias próximas, a realização do serviço de nebulização e vistorias de agentes municipais de combate à doença para amenizar os problemas, que vêm aumentando há três meses. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Uma moradora de 35 anos, que preferiu não se identificar, contou que teve dengue recentemente, assim como os vizinhos. Por isso, acredita que a proliferação do mosquito Aedes aegypti esteja relacionada ao mato alto na Maria Mercedes Féa e em outras vias próximas. “Essa dengue que eu peguei me deixou 15 dias afastada do serviço. Parecia covid-19, foi muito ruim”. Além dos casos de dengue, ela também se preocupa com a chikungunya. A munícipe, inclusive, aguarda o resultado de um teste para saber se teve a doença juntamente com a dengue. Além dessas duas, o Aedes ainda transmite zika e febre amarela urbana. “Nos hospitais, os enfermeiros e médicos já estão com a covid para resolver, e agora tem o pessoal que chega com dengue”, desabafa. Procurada, a Prefeitura informou que a capinação e a raspagem de ruas do Saboó começaram em abril e devem acabar este mês. O mato será cortado esta semana. Quanto aos mosquitos, a Administração disse que o Saboó passou por nebulização (aplicação de inseticida) com fumacê em abril, incluindo a comunidade Pantanal. Antes da aplicação do inseticida, houve vistoria nos imóveis pelos agentes de controle de endemias. A Prefeitura pede a colaboração da população, eliminando qualquer situação que possa acumular água e contribuir para a proliferação do Aedes aegypti.