O túnel Santos-Guarujá tem 1,5 quilômetro de extensão em seu projeto, sendo 870 metros sob o canal do estuário (Alexsander Ferraz/ AT) Está instalado o Comitê Regional Permanente de Monitoramento de Impactos Ambientais, criado pela Autoridade Portuária de Santos (APS) para acompanhar, avaliar e propor medidas relacionadas aos impactos socioambientais decorrentes das obras do túnel imerso Santos-Guarujá. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! A criação do comitê já havia sido divulgada por A Tribuna no último dia 3 de setembro. Ele foi formalmente instalado por meio de publicação de uma portaria pela APS, na terça-feira (16). De acordo com o presidente da APS, Anderson Pomini, o comitê será um apoio para as comunidades do entorno durante toda a execução da obra. “Até que o túnel esteja entregue, funcionando, a APS irá acompanhar, junto com os outros órgãos, todo o reflexo da obra na vida dos moradores e das demais pessoas que passam pelo Porto de Santos”, afirma. A gestora do porto afirma que tem a prerrogativa de atender ao bom andamento do Porto de Santos, priorizando a relação Porto-Cidades. A portaria prevê que o comitê tenha participação de instituições que vão desde órgãos governamentais até entidades da sociedade civil, além da própria empresa que irá construir o túnel. “O objetivo do comitê é, dentre outros, acompanhar e monitorar a totalidade de eventos relacionados ao empreendimento túnel Santos-Guarujá, com destaque para aqueles de aspecto socioambiental, promovendo a integração entre Porto e cidades. Ele terá um regimento e deve se reunir ao menos a cada dois meses para avaliar o andamento da implantação do túnel”, explica a administradora do Porto, em nota.