Um dos objetivos da Prefeitura de Guarujá é facilitar o tráfego de veículos, a partir do túnel, em direção à Rodovia Cônego Domênico Rangoni (Alexsander Ferraz/AT) Uma reunião envolvendo os acessos terrestres ao túnel imerso Santos-Guarujá, na Margem Esquerda do Porto de Santos, será realizada na manhã desta quinta-feira (7), no escritório da Autoridade Portuária de Santos (APS), em São Paulo. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! O encontro foi solicitado pelo prefeito de Guarujá, Farid Madi (Pode). Ele e o presidente da APS, Anderson Pomini, estarão presentes, além de técnicos da Prefeitura e da empresa pública federal. Há possibilidade também que participem representantes da concessionária privada Mota-Engil, vencedora do processo licitatório para construção do túnel. A intenção do encontro é justamente aprimorar o traçado desses acessos do lado de Guarujá, de modo que interligue o túnel com as vias expressas já existentes e facilite também o escoamento de veículos em direção à Rodovia Cônego Domênico Rangoni. Dentro desse raciocínio, a reivindicação é para que se inclua trecho da Avenida Santos Dumont na Poligonal do Porto, o que passa diretamente pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), como já aconteceu com outras áreas na Baixada Santista, aprovadas em fevereiro. A APS, inclusive, espera que outras já pedidas anteriormente também façam parte em breve. Em caso de aprovação por parte da pasta, possíveis obras na melhoria dos acessos poderão ter aporte de recursos federais e ainda desapropriações seriam reduzidas, preocupação levantada por moradores ao prefeito guaruajense. “O túnel precisa estar alinhado com a nossa meta de relação Porto-Cidades”, afirma o presidente da APS, Anderson Pomini. A obra O túnel imerso Santos-Guarujá terá extensão total de 1,5 km, sendo 870 metros submersos. Serão três faixas de rolamento por sentido, além de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), ciclovia e passagem para pedestres. A construção será feita por meio de módulos de concreto pré-moldados instalados no leito do canal portuário. Depois, os módulos serão afundados, encaixados e cobertos por uma camada de pedras. As obras têm previsão de início em 2027 e conclusão em 2030, com entrada efetiva em operação em 2031.