Presidente do Sinagências, Fábio Rosa, se reuniu com o diretor de Operações da APS, Beto Mendes, na terça-feira (18) (Divulgação/ Sinagências) O presidente do Sindicato Nacional dos Servidores das Agências Nacionais de Regulação (Sinagências), Fábio Rosa, se reuniu com o diretor de Operações da Autoridade Portuária de Santos (APS), Edilberto Ferreira Beto Mendes, na terça-feira (18), na sede administrativa do Porto de Santos. O líder sindical solicitou o apoio da administração do cais santista junto ao Governo Federal para atendimento das reivindicações da categoria. “Nosso objetivo foi comunicar sobre a Operação Valoriza Regulação, que pode gerar alguns transtornos, impactos e atrasos na atividade do Porto, e pedir apoio à nossa campanha por valorização da carreira. O Beto Mendes se comprometeu em conversar com o presidente da Autoridade Portuária, que está em Brasília”. Impactos Segundo Rosa, as mobilizações implicam em desacelerar as fiscalizações das importações e dos navios. “Nós já estamos com uma fila de 15 dias referente às anuências na liberação de importação, na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e na liberação de embarcações”. No último dia 29 de maio, as lideranças sindicais rejeitaram a proposta do Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), de reajuste salarial escalonado de 9% em 2025 e de 3,5% em 2026, apresenta em roda de negociações, emBrasília. “Nós rejeitamos a proposta em assembleia realizada no último dia 29 porque está muito longe do prejuízo que nós tivemos nos últimos sete anos. Nós queremos o nivelamento com um grupo de carreiras que tem responsabilidades e atribuições parecidas com as nossas, mas que recebem mais. Nós temos uma defasagem em relação a eles de mais de 30%”. A categoria não descarta realizar uma greve nacional, caso não haja acordo com o Governo Federal. As ações do Sinagências na região ocorrerão até amanhã e incluem inspeções junto à Anvisa e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Em nota, a APS confirmou que houve a reunião, mas não se manifestou quanto ao posicionamento em relação à mobilização da categoria.