Tecon Imbituba movimentou 131.263 TEU de janeiro a setembro de 2026, informou a empresa, em nota (Santos Brasil/Divulgação) A Santos Brasil anunciou R\$ 75 milhões em investimentos, até 2028, no Tecon Imbituba, terminal de contêineres e carga geral operado pela empresa em Santa Catarina. A companhia, que também é responsável pelo maior terminal do Porto de Santos, já aportou R\$ 36 milhões em Imbituba nos últimos 18 meses. Assim, chegará ao montante de R\$ 111 milhões em cerca de três anos. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! No início do mês, o terminal catarinense recebeu um guindaste móvel portuário (mobile harbor craine ou MHC, na sigla em inglês), que se somou aos dois portêineres (guindastes de cais do tipo ship-to-shore, STS) já existentes. Segundo a Santos Brasil, em nota, isso ampliará a produtividade no cais e permitirá “mais flexibilidade para que o terminal atenda tanto os serviços regulares quanto as demandas extraordinárias de armadores”. Segundo a empresa, os investimentos realizados acompanham os esforços comerciais na região, já refletidos no crescimento dos volumes operados. De janeiro a setembro de 2026, o Tecon Imbituba movimentou 131.263 TEU (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), superando, em apenas nove meses, o maior volume já registrado pelo terminal em um ano completo, de 123.681 TEU em 2024. A companhia destaca que além dos quatro serviços marítimos regulares (três de longo curso e um de cabotagem), o terminal tem ampliado o atendimento de extra calls, como são chamadas as escalas que não estão previstas no planejamento da unidade. Apenas neste ano foram dez, representando 11% do volume total até setembro, o que confirma a capacidade do Tecon Imbituba de atender com elevado nível de produtividade tanto a demanda regular quanto a extraordinária. Operação Com capacidade para movimentar 450 mil TEU por ano, o Tecon Imbituba está localizado em um ponto central da Região Sul do País, entre as capitais Curitiba e Porto Alegre e próximo a Florianópolis. Sua conexão multimodal, com acesso rodoviário (pela BR-101), ferroviário e marítimo, aliada ao fato de operar em um porto de águas profundas e abrigado, permite a recepção dos maiores navios que chegam à costa brasileira sem restrições de calado ou condições climáticas.