Movimentação de contêineres manteve histórico de crescimento em Suape, registrando mais de 167,5 mil TEU movimentados no período (Divulgação/ Porto de Suape) O Porto de Suape mantém, em 2026, uma trajetória de crescimento sólido. Dados do primeiro trimestre mostram que o complexo portuário movimentou 6,5 milhões de toneladas de carga, um salto de 29% no total registrado no mesmo período de 2025. Clique aqui para seguir agora o canal de Porto no WhatsApp! “Encerramos o primeiro trimestre com a satisfação de ver o Porto de Suape em um ritmo de avanço consistente. O aumento de quase 30% na movimentação total é um reflexo direto da nossa eficiência operacional”, comemora o diretor-presidente de Suape, Armando Monteiro Bisneto. Segundo ele, o número comprova que a estratégia está dando frutos, garantindo que o complexo continue operando “como um motor vital para o desenvolvimento econômico e logístico do Nordeste e do Brasil”, As operações de granéis líquidos e gases foram fundamentais para o resultado. Elas seguem em ritmo acelerado mesmo com o conflito no Golfo Pérsico, uma das rotas comerciais mais importantes do mundo. Com 4,2 milhões de toneladas movimentadas no trimestre, o segmento registrou aumento de 43% em relação ao total dos três primeiros meses de 2025. As principais cargas são os derivados de petróleo, óleo bruto, gás liquefeito de petróleo, etanol combustível e biodiesel. Esse grupo representa 65% de todos os produtos movimentados em Suape, de janeiro a março. Os granéis sólidos também merecem atenção especial, fechando o período com 390,7 mil toneladas, uma variação positiva de 64,7% na comparação acumulada, com destaque para trigo e coque de petróleo. A movimentação de contêineres manteve trajetória de crescimento, registrando mais de 167,5 mil TEU (unidade de medida de um contêiner padrão) movimentados no período, o que representa crescimento de 3,4% frente ao resultado do primeiro trimestre do ano passado. O avanço de Suape foi impulsionado, majoritariamente, pela força da cabotagem (navegação dentro do País), que registrou alta expressiva de 52%, atingindo 4,5 milhões de toneladas e consolidando 70% da fatia operacional do porto. Os desembarques continuam predominantes, respondendo por 69% do volume total da cabotagem e alta de 27%. Os embarques aumentaram 34%, revelando um dinamismo crescente no escoamento de mercadorias pelo complexo pernambucano.