Novas estruturas privadas são essenciais para ampliar movimentação (Pixabay) Os seis novos contratos de adesão para instalação de Terminais de Uso Privado (TUPs) em portos brasileiros, assinados no ano passado pelo Governo Federal, têm uma expectativa de investimentos de R\$ 5,4 bilhões. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! Além disso, aguardam autorização do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) outros 14 terminais portuários privados, que já passaram por anúncio público, com investimentos previstos de mais de R\$ 30 bilhões. As informações são da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP). Segundo a ATP, em 2024, receberam autorização para instalação dois terminais portuários na Região Norte, dois no Nordeste e dois no Sul. Entre os destaques está o TUP de Luís Correa, no Piauí, com investimento previsto de R\$ 2,5 bilhões. A companhia Porto Piauí vai operar quatro tipos de cargas no terminal: granel sólido, granel líquido, contêiner e carga geral. Os outros TUPs autorizados são o Porto Meridional, no Arroio do Sal (RS), para operar também os quatro tipos de cargas; Terminal de Granéis Sólidos Agrícolas, em Porto Velho (RO); TUP Acará (PA), para operação de granel líquido; e Porto Park, no Balneário Piçarras (SC), para transporte de passageiros. No caso dos 14 projetos que aguardam autorização do MPor para a assinatura de contratos de adesão e instalação dos terminais portuários, 11 são novos TUPs e há três pedidos para ampliação. Esses novos empreendimentos terão investimentos voltados para terminais com diferentes tipos de cargas, como granéis sólidos, líquidos, gasoso, contêiner, carga geral e passageiros. Segundo o presidente da ATP, Murillo Barbosa, os seis novos TUPs que assinaram contratos com o Governo Federal e os 14 projetos que aguardam autorização, totalizando mais de R\$ 35 bilhões de investimentos previstos, evidenciam a relevância dos terminais portuários privados para o desenvolvimento do Brasil. “Estão em andamento no Brasil projetos de terminais portuários privados essenciais para ampliar a movimentação de cargas. São investimentos em infraestrutura que geram eficiência nas operações e garantem que as empresas mantenham sua competitividade”, afirma Barbosa.