Presidente da APS, Anderson Pomini, vai esclarecer (Alexsander Ferraz/AT) O Conselho de Administração (Consad) da Autoridade Portuária de Santos (APS) quer que o presidente da APS, Anderson Pomini, preste esclarecimentos, na reunião da próxima terça-feira, sobre os fatos ocorridos na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal (PF). Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! Na pauta da reunião, o colegiado cita matéria veiculada em A Tribuna no dia 13 de novembro do ano passado, sobre a ação da PF. Na ocasião, a reportagem publicou que a casa de Pomini em São Paulo foi um dos alvos de mandado judicial de busca e apreensão. A operação foi contra um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Advogado, o presidente da APS negou qualquer envolvimento com os atos criminosos. “Informo que não tenho qualquer relação com o INSS. Eventual menção ao meu nome poderá ser decorrente do exercício regular da advocacia, seja em favor de pessoa física ou jurídica atendida pelo nosso escritório. Por fim, esclareço ainda que não tive acesso aos autos e, por isso, desconheço integralmente o teor das investigações”, disse Pomini, na época. A PF não passou detalhes sobre a investigação. Em nota enviada para A Tribuna nesta quinta-feira (19), o presidente da APS disse que, na época da operação, houve um convite do Consad nesse sentido. “Mas o fato foi imediatamente esclarecido, até porque o assunto não guarda relação com o Porto. O Consad vai encaminhar pedido de informação complementar por escrito”.