[[legacy_image_115881]] O deputado federal e pré-candidato ao Governo do Estado pelo Novo, Vinicius Poit, defende uma ampla desburocratização para viabilizar a abertura de novas empresas e gerar mais empregos em São Paulo. “Enquanto a gente estiver inchando a máquina pública e dificultando a vida daqueles que querem gerar postos de trabalho para o povo, a gente não vai conseguir retomar o protagonismo”, disse ele, que esteve nesta sexta-feira (22) no Grupo Tribuna. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O parlamentar relembrou que promessas de campanha do governador João Doria (PSDB) ainda não foram cumpridas, como a privatização da operação das balsas no Litoral, o que inviabiliza o uso de dinheiro público para outros fins. Atual líder da legenda na Câmara dos Deputados e coordenador da bancada federal paulista, Poit está no primeiro mandato. Ele foi o nome aprovado no processo seletivo da legenda para disputar o Palácio dos Bandeirantes no próximo ano. “Fui atraído pela política por não me sentir representado e por ver um país onde poucas pessoas têm muitas oportunidades, e outras, quase nada. Nas pré-candidaturas ao Governo do Estado que aí estão, eu não vejo ninguém pensando no cidadão, mas somente no próximo pleito. Vejo que é possível fazer grandes mudanças em quatro anos de gestão”, justificou ele, que é contrário à reeleição. Apesar de estar no primeiro mandato, Poit destacou que, por diálogo, conseguiu aprovar propostas de sua autoria, como o Governo Digital (com parâmetros para que uma gestão possa prestar serviços públicos via internet), o projeto que autoriza o uso da telemedicina durante a pandemia de covid-19 e o Marco Legal das Startups, iniciativa da qual ele foi o relator. “As entregas foram melhores do que eu esperava. Embora seja minha primeira experiência na política, a gente já carregava uma bagagem da iniciativa privada e de valores importantes na vida. Fiz coisas que parlamentares experientes não fizeram em uma vida, como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido)”, comentou.