[[legacy_image_22318]] O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) foi denunciado pelo Ministério Público do Rio pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita no âmbito das investigações do caso Queiroz. A denúncia foi recebida somente nesta terça-feira (3). Clique aqui e assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90. Ganhe, na hora, acesso completo ao nosso Portal, dois meses de Globoplay grátis e, também, dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! O filho zero um do presidente Jair Bolsonaro é apontado como líder de um esquema corrupto — apelidado de ‘rachadinha’ — que desviava parte dos salários — pagos com dinheiro público — de 23 ex-assessores de seu gabinete entre 2007 e 2018, período em que foi deputado estadual no Rio. O ex-policial militar e ex-assessor Fabricio Queiroz é apontado o operador financeiro do grupo. Ele foi denunciado junto com outros 15 ex-assessores, pelos mesmos crimes que seu antigo chefe. Ambos negam as acusações. O caso As investigações começaram em 2018, após Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações atípicas nas contas de Queiroz. Conforme o órgão, houve transações na ordem de R\$ 2,7 milhões a partir de funcionários que, em sua maioria, não exerciam suas atividades no gabinete ou sequer davam expediente da Assembleia do Rio de Janeiro. Desse montante, pouco mais de R\$ 2 milhões vieram de transferências bancárias e depósitos em espécie feitos por 13 assessores. Segundo as investigações, o dinheiro era então repassado para Flávio Bolsonaro. Ainda conforme a denúncia, a ocultação do dinheiro também se dava a partir de transações imobiliárias de pagamentos na loja de chocolates da qual Flávio Bolsonaro era sócio. * Com informações do jornal Estado de S.Paulo