[[legacy_image_112315]] Na coluna do último sábado (9), deu-se como forte o rumor de que o prefeito de Santos, Rogério Santos, deixaria o PSDB em direção ao futuro partido União Brasil, a ser composto com a fusão de PSL e DEM. Ele seria mais do que um filiado: se tornaria presidente estadual da nova sigla, como condição imposta pelo ex-governador Geraldo Alckmin para deixar de ser tucano e ingressar no novo condomínio. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Nesta segunda (11), porém, o vice-presidente nacional do PSL e presidente estadual da sigla, deputado federal Júnior Bozzella, declarou que o quarto supostamente proposto ao prefeito nesse condomínio já está reservado: será do próprio Bozzella. “Há zero de possibilidade (de Rogério Santos dirigir a sigla em São Paulo). Não faz sentido. Nunca houve essa discussão. Nem Alckmin nunca conversou com (Luciano) Bivar (deputado federal e presidente nacional do PSL)”, afirmou. Para ele, o controle da nova legenda tem de ser dos sociais liberais, por terem mais deputados federais do que o DEM. Prato cheioJúnior Bozzella comentou que encontrará Alckmin — que “é candidato e está procurando uma sigla” — até sexta-feira, quando almoçarão para abordar os planos do ex-governador de tentar voltar ao Palácio dos Bandeirantes. Mas o líder do PSL paulista tem mantido diálogos com outros políticos Outra refeiçãoBozzella afirma já ter jantado com o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB), pré-candidato ao Governo do Estado. Afinal, se o União Brasil não lançar concorrente a governador, buscará o posto de vice na futura chapa de Garcia. Há histórico: o vice já foi do DEM, partido que tem estreitas relações com o PSDB desde que Fernando Henrique Cardoso disputou e venceu a Presidência da República, na década de 1990. Falando com FaleiOutro ex-demista com quem o União Brasil está tratando é o deputado estadual Arthur do Val, "o Mamãe, Falei", hoje no Patriota, para concorrer a governador. Enfim, sobram nomes e perspectivas ao ainda inexistente partido. Esperando um 'yes'Sem falar em uma linha internacional que Bozzella tem estabelecido como ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, hoje nos Estados Unidos. Meta: convencê-lo a disputar a Presidência da República no ano que vem. Moro estaria inclinado a tanto, mas a definir por qual legenda.