[[legacy_image_164853]] O presidente Jair Bolsonaro (PL) reforçou sua posição supostamente neutra sobre a guerra na Ucrânia, condenada pelo próprio Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU). "Se alguns, em especial da imprensa, queriam que eu tomasse partido, vão continuar querendo", afirmou o presidente em cerimônia de lançamento do 5G no agronegócio em Baixa Grande do Ribeiro, Piauí. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Bolsonaro também defendeu sua visita oficial ao presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou às vésperas da guerra. O conflito ainda não tinha começado, mas já era iminente. "A nossa ida à Rússia há poucas semanas bem demonstrou como nosso governo trata a questão da política externa brasileira", disse o presidente. "Buscamos um ponto de equilíbrio, buscando o consenso, sempre buscamos a paz, mas não podemos trazer para dentro do nosso Brasil um problema lá de fora. Lamentamos todas as mortes ocorridas, mas não podemos trazer problema para nosso País", acrescentou. O chefe do Executivo também voltou a defender a adoção do voto impresso, como fez pela manhã. "Não podemos deixar que três ou quatro pessoas decidam, definam como vão ser essas eleições. A alma da democracia é o voto e a contagem dele faz parte dessa alma", disse, em nova crítica indireta aos ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que articularam a rejeição da proposta do voto impresso junto aos parlamentares.