Bolsonaro defende política de arma: tivemos menos 20 mil mortes em meu governo

O chefe do Executivo comparou os números com a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT)

Por: Estadão Conteúdo  -  14/07/22  -  13:01
Bolsonaro voltou a criticar a política de gênero, a legalização das drogas e os ataques à família brasileira
Bolsonaro voltou a criticar a política de gênero, a legalização das drogas e os ataques à família brasileira   Foto: Alan Santos/PR

Em um discurso voltado às pautas conservadoras, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a dizer que, durante o seu governo, houve uma queda de 20 mil mortes em decorrência da política armamentista. O chefe do Executivo comparou os números com a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).


Clique, assine A Tribuna por apenas R$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios!


"Desde que adotamos uma política de armas de fogo para pessoas de bem, desde quando assumiolhem só, em 2016, não vou dizer quem era a presidente, nós tivemos no Brasil 61 mil mortes por arma de fogo. No ano passado, em meu governo, com essa política das armas, passou para 41 mil mortes. Menos 20 mil mortes. Gostaria de poder passar para zero, mas é a política que a gente faz que ajuda no outro setor", disse o presidente se dirigindo às mulheres da igreja durante congresso das Assembleias de Deus, no Maranhão.


Bolsonaro voltou a criticar a política de gênero, a legalização das drogas e os ataques à família brasileira. Em críticas veladas ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o chefe do Executivo reforçou que "não podemos ter essas pessoas voltando para a política". "Pagaremos um preço alto por isso", emendou.


Na tentativa de se aproximar do público feminino, no qual enfrenta alta rejeição, Bolsonaro, ao longo do discurso, reforçou que as políticas do seu governo são voltadas para atender as mulheres.


Logo A Tribuna
Newsletter