Suspeito de ter atirado e matado jovem foi preso após se apresentar no 1° DP de Praia Grande (Reprodução e Fred Casagrande/Divulgação/ Prefeitura de Praia Grande) O homem de 32 anos suspeito de atirar e matar o barman Bruno Santos Alves, de 24 anos, no dia 12 de maio, numa praça em Praia Grande, foi preso nesta quarta-feira (12) na cidade. Bruno morreu após ficar 24 dias internado ao ser baleado na nuca. Na hora do crime, ele foi atacado pelas costas ao tentar separar uma briga em meio a uma comemoração com colegas do trabalho. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O jovem, de 24 anos, foi baleado em uma praça em frente a uma adega no bairro Anhanguera, perto do comércio onde trabalhava. O homem de 32 anos, que é suspeito pela morte de Bruno, foi prestar depoimento junto com seu advogado no 1° Distrito Policial de Praia Grande, onde o mandado de prisão temporária foi cumprido. O suspeito estava foragido desde o dia do crime e é apontado como o autor dos disparos. No depoimento, ele evitou falar. Além de ter sido preso após se apresentar, também teve um celular apreendido. As investigações continuam, pois um segundo suspeito de ter participado do crime segue foragido. Ele seria responsável por ajudar o atirador. A polícia espera ouvir também o homem que teria iniciado a discussão que Bruno tentou apartar. O caso O barman Bruno Santos Alves, de 24 anos, morreu em 5 de junho após ficar 24 dias internado no Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande. O jovem havia sido baleado em 12 de maio, em frente a uma adega que fica na Rua João Miguel dos Santos, no bairro Anhanguera, na cidade . O tiro chegou a atingir a coluna cervical de Bruno. De acordo com o boletim de ocorrência, o caso aconteceu às 5h30. Os policiais militares foram acionados e se dirigiram ao local onde a vítima foi baleada. Porém, ao chegar em frente à adega, o homem já havia sido socorrido e levado para o Pronto-Socorro Quietude por um cliente do estabelecimento. Na sequência, Bruno foi transferido para o Hospital Irmã Dulce. Com isso, os agentes foram até a unidade de saúde e souberam que o barman havia sido atingido na coluna cervical e iria permanecer internado. Ao retornar à adega, os policiais ouviram testemunhas que informaram que havia a possibilidade de um motorista de uma caminhonete estar envolvido no crime. Com o auxílio de uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) de Praia Grande, os agentes da PM abordaram o motorista suspeito, mas nada de ilícito foi encontrado e ele foi liberado. O cliente que auxiliou no socorro de Bruno foi até a delegacia e, em depoimento, contou que era cliente da adega e estava ‘curtindo’ no local. Ele ainda relatou que ouviu um barulho parecido com o disparo de arma de fogo e escutou pessoas dizendo: ‘É o Bruno!’ A seguir, viu a vítima ferida, foi até o carro e pediu ajuda de outros clientes para colocar o barman no veículo e levá-lo para o PS Quietude. Questionada se chegou a ver alguma pessoa suspeita de ter feito o disparo, a testemunha disse que não, pois estava dentro da adega, enquanto Bruno se encontrava em uma praça que fica há cerca de 30 metros do local. A perícia foi acionada e realizou exames no lugar.