[[legacy_image_63386]] O maior sequestrador do Brasil, Pedro Ciechanovicz, ainda tem esperanças de voltar pra casa. Porém, todos os pedidos de prisão domiciliar solicitados para ele foram negados pela Justiça de São Paulo. A Polícia acredita que ele tem ligação com o PCC. Condenado a 296 anos e 11 meses de prisão por crimes hediondos, a pena de Pedro vence apenas no dia 20 de março de 2282. A última vez que foi solicitado o benefício domiciliar foi em junho do ano passado, mas devido ao seu histórico prisional, sua condenação não permite benefício. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! "Pedrão", como é conhecido atrás das grades, foi condenado por pelo menos 15 sequestros em todo o estado de São Paulo. Ele chegou até a ter um regime semiaberto em dezembro de 1995, quando estava no Centro Penitenciário de Mongaguá, no litoral sul, mas fez sua segunda fuga apenas um mês depois, ficando nove anos foragido. O condenado foi recapturado apenas em 2003, em Curitiba. Quando foi preso, Pedrão confessou oito sequestros. Um deles, o de João Bertin, foi o mais longo que havia sido registrado no Brasil: ele ficou em cativeiro por 155 dias, cerca de cinco meses. Segundo seu advogado, Pedrão tem direito à prisão domiciliar porque todo o tempo que ele esteve preso chega na soma de 30 anos; além de ser portador de diabetes, hipertensão e problemas respiratórios, ou seja, grupo de risco a pegar covid-19. *Com informações da UOL