[[legacy_image_238878]] Um homem de 30 anos foi preso em flagrante suspeito de violentar sexualmente a influencer e estudante de psicologioa Nina Tobal, de 20 anos. Ele foi identificado com ajuda de mais de 100 câmeras de segurança próximas ao local do crime, e preso na noite desta sexta-feira (13), quando chegava na casa da namorada. O caso ocorreu em Joinville, Santa Catarina. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O local onde ocorreu o abuso, Avenida Hermann August Lepper, é uma das mais moviventadas da cidade. Segundo relato da própria vítima, ela caminhava pela calçada quando o criminoso se aproximou e anunciou um assalto. Ele a segurou virada de frente para uma árvore, de costas para ele, e se masturbou no local, ameaçando-a para que não reagisse. A Polícia Civil em conjunto com a Delegacia de Proteção à Criança, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI), o Núcleo de Inteligência da Polícia Civil, e o Departamento de Investigação Criminal (DIC) fizeram uma força-tarefa e analisaram todas as câmeras das proximidades. Segundo a delegada Tânia Harada, ao ser preso, o suspeito não resistiu e confessou o crime. "Disse que não teria feito nada de mais, e que tem um impulso por esse tipo de atitude, escolhendo a vítima aleatoriamente na rua". Em uma de suas redes sociais, no último dia 9, Nina relatou a cena em detalhes. "Não levou nada material, mas levou um pouco da minha vontade de viver", disse ela. Ela ainda diz ter feito o relato para alertar outras mulheres de que mesmo em uma via movimentada como aquela, não é possível se sentir segura. O suspeito foi enquadrado no artigo 215 do Código Penal Brasileiro, caracterizado por conjunção carnal ou prática de outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima. Se condenado, pode ficar preso entre dois e seis anos. Segundo o depoimento do criminoso, mesmo sem registro de ocorrências anteriores, a polícia ainda acredita que ele possa ter feitos outras vítimas de forma semelhante. "Infelizmente não podemos divulgar o nome e nem imagem deste homem, mas temos esperança que outras vítimas procurem a delegacia da mulher caso tenham passado por situação semelhante a dessa jovem", finalizou a delegada do caso. * com informações de uol