[[legacy_image_285420]] Mais uma morte da Operação Escudo foi confirmada pelo Diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter), Luiz Carlos do Carmo. Agora ao todo são 14 mortes, sendo 12 em Guarujá e duas em Santos, desde sexta-feira (28), quando começou a ação policial. Essa última morte foi confirmada durante coletiva de imprensa no Palácio da Polícia em Santos. Essa nova morte foi durante uma operação realizada no período da tarde no Morro do Tetéu, Zona Noroeste de Santos após um confronto. Todos esses casos são investigados pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Santos e pela Polícia Militar por meio de Inquérito Policial Militar (IPM). O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, estava na coletiva e afirma que não há indício de abuso policial. “Está tendo um exagero por parte do crime organizado, o exagero tanto é que apreendemos fuzis, pistolas, fuzis inclusive de calibre restrito. A nossa orientação é o mínimo abuso por parte das forças policiais e assim será até o final das operações”, disse. O que se sabe até agora: // A morte do soldado militar Patrick Bastos Reis, de 30 anos, na quinta-feira, 27, no Guarujá, no litoral do Estado de São Paulo, desencadeou uma grande operação policial nos últimos dias para encontrar os suspeitos envolvidos no crime. Participaram da ação 600 agentes de equipes especializadas das polícias Civil e Militar do litoral de São Paulo. Alvos de tiros, Reis e o cabo Fabiano Oliveira Marin Alfaya foram baleados durante patrulhamento. Reis foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Alfaya foi atendido e permaneceu em observação na sexta-feira, 28. Nesta segunda-feira, 31, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que a operação da Polícia Militar no Guarujá ao longo do fim de semana deixou oito pessoas mortas. Anteriormente, o governo falava em três óbitos. Questionado sobre denúncias da população local, o governador disse que "não houve excesso". "Houve atuação profissional que resultou em prisões e vamos continuar com as operações."