[[legacy_image_202557]] Uma ex-assessora de eventos de Santos afirma estar recebendo ameaças de morte, incluindo uma abordagem quando estava a caminho do trabalho. Marlene Guilhermina Borges, de 50 anos, acredita que as intimidações possam ter relação com a sua antiga sociedade. A empresa, que realizava festas em buffets, encerrou as atividades no ano passado e ainda tem pendências financeiras com clientes. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Seguida na ruaA ex-assessora de eventos explica que, no dia 1º de agosto, parou em uma loja, na Avenida Prefeito José Monteiro, em São Vicente. Desde o trajeto da casa dela, em Santos, até o estabelecimento, reparou que estava sendo seguida por um carro cinza, ocupado por dois homens. O que antes parecia ser apenas uma suspeita de Marlene, se transformou em momentos de pânico. "Quando desci do carro, eles estacionaram bem ao lado. Os dois homens desceram e um deles com um punhal, veio em minha direção e gritou 'golpista' por diversas vezes. Comecei a gritar socorro e isso chamou atenção das pessoas que passavam. Além de golpista, gritaram 'destruidora de sonhos'. Eles viram que tinham muita gente por perto e foram embora", relembra. Marlene diz que foi amparada por desconhecidos, ainda na calçada, e eles entraram em contato com a filha dela para relatar o que havia acontecido. Após o episódio, a ex-assessora relatou que as ameaças chegaram através de perfis desconhecidos pelas redes sociais e também pelo seu telefone pessoal. Ela procurou o 7º Distrito Policial (DP) de Santos. Um boletim de ocorrência foi registrado e ela disse que detalhou as ameaças para o delegado de plantão. Sociedade Marlene acha que as ameaças têm relação com a sociedade que ela mantinha para promover festas em buffets na Baixada Santista. Segundo a ex-assessora, ela mantinha a empresa com uma outra sócia. Após problemas e divergências, a sociedade encerrou as atividades em dezembro do ano passado. Mas, isso gerou problemas com os clientes e resultou em pendências financeiras. "Toda a parte burocrática ficava comigo. Quando encerramos a sociedade, o dinheiro em caixa ficou comigo e eu assumo toda minha responsabilidade. Mas eu quero resolver tudo, de alguma forma ou de outra, quero devolver tudo o que seja para devolver", afirmou.