[[legacy_image_332996]] Mais uma novidade acaba de ser divulgada sobre a Operação Escudo na Baixada Santista. De acordo com o secretário estadual da Segurança Pública, Guilherme Derrite, o sétimo suspeito morto é apontado como responsável pelo tráfico no Morro São Bento, em Santos. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! No seu perfil no Instagram, Derrite postou uma foto do suspeito e disse que "as imagens publicadas nas redes sociais por criminosos localizados durante a operação na Baixada Santista mostram o quanto eles se sentiam à vontade para ostentar as atividades do crime perante a população”. Ainda segundo Derrite, o suspeito foi morto em um confronto com policiais militares das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) porque, ‘ao invés de se entregar, atirou contra' os oficiais. De acordo com ele, o suspeito foi abordado e, ao descer do veículo, sacou a arma. Derrite finaliza seu texto dizendo que “a realidade de locais onde o crime organizado tenta tomar território é bem diferente do que podem imaginar os que nunca lá pisaram, sequer para conhecer a situação, quem dirá disposto a combatê-la”. SSPA Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP) informou que a Polícia Civil investiga a morte de um homem de 28 anos, na noite de domingo (4), no Morro São Bento, em Santos. Segundo a pasta, policiais militares da Rota atuavam na região quando foram informados sobre a localização de um homem que realizava tráfico de drogas na região. Ele estaria em um veículo próximo ao Túnel Rubens Ferreira Martins. Ao encontrarem o carro, os policiais deram ordem de parada aos ocupantes, sendo informados pelo condutor que ele era motorista de aplicativo. No entanto, o passageiro apontou uma arma de fogo em direção aos agentes. O suspeito, depois de levar tiros de fuzil, chegou a ser socorrido e encaminhado para a Santa Casa de Santos, mas não resistiu aos ferimentos. Com ele foi apreendida uma pistola calibre 380. O caso foi registrado como morte decorrente de intervenção policial e tentativa de homicídio na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos, que solicitou exames ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML).