A Polícia Civil identificou quatro suspeitos de invadir e roubar uma residência no bairro Pompéia, em Santos, no litoral de São Paulo. Além deles, outros dois homens também aparecem na investigação por terem, segundo a polícia, recebido parte do dinheiro transferido pelas vítimas durante o crime. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O assalto aconteceu em julho. Três homens encapuzados e armados entraram na residência depois de render uma funcionária que chegava para trabalhar. Os moradores também foram dominados, amarrados e ameaçados. Durante a ação, o grupo levou joias, dinheiro, celulares, outros objetos e o carro da família. As vítimas ainda foram obrigadas a fazer transferências via Pix que, juntas, somaram R\$ 9.657. Um dos suspeitos, identificado como Luis Eduardo Almeida Novais, foi preso em flagrante ainda no início das investigações. Conforme noticiado anteriormente por A Tribuna, a polícia chegou até ele após rastrear um dos celulares levados no roubo. Parte dos objetos também foi recuperada. Com o avanço das apurações, a Polícia Civil identificou Kleiton José da Paixão como outro suspeito de participação direta no crime. Segundo o boletim, ele foi reconhecido pelas vítimas por meio de fotografias e teve a prisão temporária decretada. O terceiro suspeito apontado como participante direto do assalto é Hilton Marcos Gonçalves Silva Junior, também reconhecido fotograficamente pelas vítimas. Ao cumprir diligências em um endereço ligado a Hilton, os investigadores foram recebidos pelo pai dele. O homem informou que o filho havia deixado o local cerca de um mês antes. A polícia também chegou a outros dois nomes. Segundo a investigação, os dois teriam sido beneficiados por transferências feitas pelas vítimas durante o assalto. Um deles está preso preventivamente. Com as informações reunidas, a Polícia Civil pediu à Justiça mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra os investigados. As buscas continuam para localizar os demais envolvidos e cumprir as ordens judiciais que ainda estão pendentes. O caso é conduzido pelo delegado titular do 2º Distrito Policial (DP) de Santos, Jorge Álvaro Gonçalves Cruz.