[[legacy_image_338606]] Durante operação especial contra quadrilha especializada em golpes financeiros, a Polícia Civil, com apoio de outras unidades da corporação, encerrou as atividades criminosas praticadas pelo grupo, nesta quarta-feira (28). A organização criminosa aplicava golpes em cidades do sudeste brasileiro, incluindo Santos e Praia Grande, no Litoral de São Paulo. Foram registrados 25 mandados de busca e apreensão contra a quadrilha. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! A Polícia Civil chamou de Operação Double Shot as investigações para combater o grupo de golpistas. Uma das pessoas que sofreram fraude chegou a perder mais de R\$ 260 mil. Os 25 mandados foram registrados nas cidades de São Paulo, Santos, Praia Grande, Guarulhos e Rio de Janeiro. As investigações tiveram início quando um analista de segurança antifraude de uma instituição financeira registrou um boletim de ocorrência após seu cliente cair no “golpe do motoboy”, que resultou em um prejuízo de R\$ 261 mil. Esse golpe consiste em o falso atendente do banco convencer o cliente a cortar seu cartão ao meio, mas sem danificar o chip. Depois disso, o golpista fala para a pessoa impactada que um motoboy irá recolher o mesmo cartão em sua residência. Durante as investigações, outro caso foi registrado, mas envolvendo os golpistas que se passaram por funcionários de banco. Eles entraram em contato com um cliente, solicitando seus dados bancários. Com essas informações, a quadrilha realizou seis transferências não autorizadas, totalizando R\$ 256 mil. Os investigadores identificaram os beneficiários da fraude, o motoboy e os responsáveis pelo golpe por meio de relatórios detalhados. Com a identificação dos suspeitos e os mandados de busca e apreensão em vigor, a operação foi desencadeada com a participação de 20 policiais civis da 4ª Delegacia de Polícia de Lavagem e Ocultação de Ativos Ilícitos por Meios Eletrônicos, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), com o suporte operacional de outras delegacias e de equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).