Foragido por homicídio no Maranhão foi preso em Juquiá, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo (Polícia Militar) Um homem de 44 anos, procurado por homicídio cometido no Maranhão, foi preso por policiais militares em uma estrada na zona rural de Juquiá, no Vale do Ribeira, interior de São Paulo, na terça-feira (27). Identificado como Rui Reis Rodrigues da Silva, ele é acusado de matar o próprio compadre, Célio Roberto da Conceição Almeida, a tiros após uma discussão em Trizidela do Vale (MA), em novembro de 2024. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segundo a denúncia, Rui e Célio passaram o dia juntos em um sítio, onde consumiram bebidas alcoólicas. À noite, a vítima levou a esposa e os dois filhos de Rui até a casa dele, em Trizidela do Vale. Ao chegar ao imóvel, Rui teria iniciado uma discussão com a mulher e o compadre por ciúmes e, em seguida, atirado contra Célio, que morreu no local. Após o crime, o acusado fugiu de motocicleta. Rui estava foragido desde março de 2025, quando a Justiça do Maranhão expediu um mandado de prisão preventiva dele. De acordo com a Polícia Militar (PM), o Serviço de Inteligência do 14º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) acionou uma equipe para averiguar quatro denúncias de que Rui estaria morando em um sítio às margens da Rodovia Tenente Celestino Américo (SP-079), em Juquiá. Depois de receberem a informação de que Rui havia deixado a propriedade de carro, os policiais conseguiram localizá-lo e realizaram a abordagem no veículo, onde também estava a esposa do procurado. A consulta aos sistemas confirmou a existência de um mandado de prisão em aberto contra ele. Ainda conforme a PM, Rui foi levado ao Pronto-Socorro Manoel Perez Bazan para a realização de exame de corpo de delito e, posteriormente, encaminhado à delegacia. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que Rui permaneceu à disposição da Justiça. Segundo a pasta, a ocorrência foi registrada como captura de procurado pela Delegacia de Juquiá. A Tribuna procurou a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), para mais informações do caso, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.