[[legacy_image_88796]] A Polícia Civil disse a Atribuna, neste sábado (7), que continua à espera de laudos para concluir as investigações do caso da mulher que morreu após ser atingida por um tiro disparado da arma do próprio marido. O homem, um policial militar de 34 anos, que atua em Praia Grande, disse em depoimento que o tiro teria ocorrido após ele escorregar em uma garrafa d'água. Ele passa por acompanhamento com um psicólogo da corporação. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Após a conversa do homem com a delegada responsável pelas investigações, o caso foi registrado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Mesmo com o depoimento do homem, a Delegacia da Mulher (DDM) de Praia Grande ainda aguarda retorno da perícia para esclarecer como tudo ocorreu. De acordo com apuração de A Tribuna, o disparo teria acontecido no momento em que o homem estava se arrumando para trabalhar. Ao colocar a arma no cinturão, ele escorregou e a arma teria disparado e acertado a mulher. O próprio policial pediu por socorro e a esposa foi encaminhada ao Hospital Irmã Dulce. Mesmo com o socorro, ela não resistiu aos ferimentos. O casal tinha uma filha bebê. O policial atuava no 45º Batalhão de Polícia Militar, em Praia Grande. A unidade informou, por meio de nota, que está prestando apoio à família após o ocorrido.