Vários aparelhos eletrônicos da vítima haviam sido apreendidos (Divulgação/ Polícia Civil Deinter-6) Um homem que havia sido preso na segunda-feira (19), durante a Operação Man in the Middle, no Embaré, em Santos, teve a prisão temporária revogada e foi solto. Conforme apurado por A Tribuna, ele foi vítima do esquema investigado e não o autor dos crimes. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! O homem foi detido durante a Operação Man in the Middle, que investiga crimes cibernéticos e fraudes eletrônicas, e foi deflagrada pela 4ª Delegacia Seccional de Polícia da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco). A ação teve como objetivo o cumprimento de mandados de prisão por crimes de estelionato praticados em plataformas de venda na internet. Segundo a Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP-SP), durante os trabalhos de campo, seis mandados de prisão temporária foram cumpridos. A captura ocorrida em Santos, de acordo com a pasta, foi revogada, pois o homem também foi vítima dos crimes. As investigações prosseguem sob sigilo. De acordo com a Polícia Civil de Santos, não houve engano por parte da corporação local, já que apenas prestou apoio à ocorrência. O mandado não foi expedido em razão de operação conduzida em Santos, mas sim solicitado pela 4ª Delegacia Seccional da Capital, em São Paulo. Relembre a prisão O homem havia sido preso por associação criminosa e estelionato no bairro Embaré, em Santos, na manhã de segunda-feira (19). Segundo a Polícia Civil, ele foi detido em um apartamento localizado na Avenida Almirante Cochrane, por volta das 6h. O mandado de prisão temporária havia sido expedido pelo Fórum da Barra Funda, em São Paulo, devido à suspeita de envolvimento em crimes de associação criminosa e estelionato qualificado. Durante a abordagem, a esposa do homem foi informada sobre os motivos da prisão, e o advogado dele esteve presente, acompanhando todo o procedimento. A corporação informou que, de acordo com o boletim de ocorrência, todos os direitos constitucionais do preso foram assegurados. Ele foi conduzido para os trâmites legais e, em seguida, encaminhado à cadeia pública, onde permaneceu à disposição da Justiça.