[[legacy_youtube_lNvmXURJkds]] A execução sumária a tiros do cabo Daniel Gonçalves Correa, de 43 anos, das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), é apurada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Santos, porque a vítima é agente público de segurança. Ainda não há pistas concretas sobre a autoria e a motivação do assassinato, executado por apenas um homem. Apelidos de possíveis envolvidos começaram a ser mencionados, mas não são divulgados para não prejudicar a sequência das investigações. O homicídio aconteceu às 19h30 de quinta-feira (25), na esquina das ruas Haroldo de Camargo e César Augusto de Castro Rios, no bairro Castelo. No local, que fica atrás de um atacadista, há um condomínio de edifícios. De folga e à paisana, o policial militar se encontrava em um evento realizado no conjunto residencial. [[legacy_image_3064]] Em dado momento, ao sair para supostamente falar ao celular, foi surpreendido por um criminoso que se aproximou por trás já atirando. O cabo não teve qualquer chance de reagir ou sequer se defender. Apesar de trabalhar em São Paulo, Gonçalves residia em São Vicente. Ele era casado e deixou três filhos. A covardia do crime está registrada nas imagens de câmeras de segurança. Após os disparos, o matador fugiu correndo. Levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Noroeste, Gonçalves morreu enquanto recebia os primeiros socorros. Ainda na quinta-feira à noite, equipes da Rota vieram da Capital para reforçar o policiamento na Zona Noroeste. Policiais do 2º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) também intensificam o patrulhamento na área. Após a morte do cabo da Rota, dois procurados da Justiça foram capturados na Zona Noroeste e recolhidos à cadeia por policiais militares. Embora a investigação esteja a cargo da DIG, o Serviço Reservado da Polícia Militar e agentes do 5º DP de Santos colaboram no esclarecimento do homicídio. [[legacy_image_3052]]