[[legacy_image_256259]] Um pedido errado teria motivado o desentendimento entre o cliente e o funcionário de uma pizzaria, que acabou baleado,na noite de sábado (25), em Mongaguá. O crime ocorreu por volta das 22h em frente ao estabelecimento, na Avenida Marina, no Centro. O autor dos disparos foi preso em flagrante por policiais militares e a vítima, que está internada no Complexo Hospitalar Irmã Dulce, em Praia Grande, tem quadro estável e não corre risco de morte. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Conforme apurado por A Tribuna, Orlando de Assis, de 41 anos, estava acompanhado da esposa na pizzaria e teria reclamado com o garçom que o sabor da pizza entregue era diferente do que eles haviam pedido. Segundo a Polícia Militar (PM), em seguida, houve uma discussão entre eles e outros funcionários do estabelecimento. “Momento em que o cliente, de posse de um revólver, efetuou alguns disparos na direção dos funcionários”, informou a Polícia Militar. Na confusão, um dos funcionários foi alvejado na virilha e na lombar. O suspeito, que saiu da pizzaria, foi localizado por policiais militares e levado para a Delegacia Sede de Mongaguá, onde foi preso em flagrante por porte ilegal de arma e lesão corporal. De acordo com a PM, agentes da 1ª Companhia do 29º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPMI) foram acionados por testemunhas. ImagensEm vídeo obtido pela Reportagem, é possível ver quando o cliente - de camiseta escura - e um funcionário - usando uma camiseta branca - saem da pizzaria trocando socos. Logo, aparecem mais dois homens e uma mulher, que tentam separar a briga, afastando os homens. Neste momento, outro homem surge correndo e acerta um soco no rosto de Orlando, que estava preso contra um carro estacionado. Poucos segundos depois, inicia-se a correria dos clientes, que fugiram ao ouvir o barulho dos tiros. De acordo com a Polícia Militar, após confessar o crime, o autor dos tiros mostrou aos militares onde a arma estava escondida. Com ele, foram apreendidos um revólver calibre 38, dez munições intactas e um canivete. Orlando Assis foi conduzido à Delegacia Sede de Mongaguá, onde foi lavrado o Boletim de Ocorrência (BO) e executada a prisão em flagrante. Ele responderá por porte ilegal de arma e lesão corporal e permanece à disposição da Justiça. Segundo informações da Polícia Civil, o funcionário baleado foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Agenor de Campos e, depois, transferido para o Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande. Em nota, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), a gestora do Complexo Hospitalar Irmã Dulce, informou que o paciente está internado para observação e o seu quadro é estável.