[[legacy_image_313613]] A Justiça sentenciou a 27 anos e 10 meses de prisão o pedreiro Edmilson Veríssimo da Silva pela morte da estudante Joice Maria da Glória Rodrigues, na época do crime com 25 anos. Na companhia de Jonathas Soares de Santana, que já foi julgado e condenado, ele foi acusado de homicídio e ocultação de cadáver. Edmilson foi submetido a Júri Popular pelo Tribunal do Júri da comarca de São Vicente, onde foi condenado pelo juiz Alexandre Torres de Aguiar. Em depoimento à Polícia Civil, o acusado afirmou ter estrangulado a vítima com uma camiseta, após ter praticado relações sexuais com a jovem. Mais tarde, teria tentado esconder o corpo com "extrema frieza em sepultar o corpo da vítima, cobrindo-o com revestimento de construção em uma parede da casa na qual estava trabalhando", destaca o juiz. No mês de abril desse ano, outro envolvido, o autônomo Jonathas Santana já havia sido condenado a 29 anos e 10 meses de prisão. Segundo as investigações, conduzidas pela 3ª Delegacia de Investigações sobre Homicídios do Deic Santos, Jonathas Santana havia ajudado Edmilson a cometer o crime. Relembre a históriaSegundo relatos da família, Joice Maria voltava de uma visita ao avô e aguardava no ponto de ônibus para voltar para casa. Foi quando ela conversou, por telefone, com o esposo pela última vez. No dia seguinte, após ser considerada desaparecida, a família abriu um boletim de ocorrência. Oito dias depois, o corpo de Joice foi encontrado concretado em uma parede, embaixo de uma escada, dentro de um imóvel no Bairro Esplanada dos Barreiros, em São Vicente. Ele foi descoberto pelo proprietário do imóvel, que avisou os policiais. No local trabalhava o pedreiro Edmilson da Silva, que foi preso e acabou admitindo o crime. Em depoimento, ele disse ter mantido relações sexuais com a vítima antes de matá-la. Segundo a Polícia, o suspeito informou que, sob uso de entorpecentes, esteve com Joice até as 21h15 do dia 26 de setembro de 2021, dia em que a estudante foi considerada desaparecida pela família.