[[legacy_image_127457]] O Palácio da Polícia de Santos passará por reformas estruturais que serão iniciadas em até 30 dias. Durante os serviços, o prédio seguirá funcionando normalmente, mas com adaptações. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (25), durante entrevista coletiva. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! As obras custarão R\$ 10,2 milhões, com previsão de prazo entre 10 e 15 meses. Os serviços serão conduzidos por um consórcio formado pela Bolanho Arquitetura e a Almeida Sapata Engenharia, vencedores de licitação. "O principal foco foi a adequação do prédio às normas de acessibilidade e, principalmente, dar mais dignidade aos policiais civis que trabalham nesse prédio e à população que recorre aos serviços da Polícia Civil", disse o delegado e diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 6 (Deinter-6), Manoel Gatto Neto. [[legacy_image_127469]] As obras incluem a restauração da fachada e reboco externo, reparos no telhado do prédio, instalação de porta-fogo junto às escadas, adequação do sistema de combate a incêndio e implementação de um novo sistema elétrico em todo o prédio. Também está prevista a instalação de 96 módulos de painéis fotovoltaicos. "Atingimos um objetivo muito importante com a reforma do prédio em Santos. Não vamos parar por aqui. Já estamos planejando outros serviços que serão feitos aqui dentro. Tenho certeza que o Palácio da Polícia de Santos será exemplo para toda a Polícia Civil de São Paulo", disse o delegado geral de polícia, Ruy Ferraz Fontes. ServiçosManoel Gatto Neto explica que, mesmo com as obras, o Palácio da Polícia de Santos não será desocupado, havendo eventuais adaptações. "Eventualmente, vamos fazer um deslocamento. Esvaziar algumas salas, e depois voltamos. Não haverá interrupção dos serviços". Atualmente, cerca de 300 pessoas trabalham no Palácio da Polícia. O prédio foi alvo de interdição judicial em fevereiro deste ano, por conta da situação estrutural. A interdição foi suspensa em março. De acordo com o arquiteto André Kojiro Bolanho, cerca de 70 pessoas devem trabalhar nas obras durante a reforma do prédio. "A gente vai se empenhar bastante para atender ao projeto de reforma do edifício", afirma.